Mostrar mensagens com a etiqueta Polinésia Francesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Polinésia Francesa. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, junho 02, 2021

A Praia de Matira

Um dos lugares mais românticos e impressionantes do mundo Bora Bora é uma ilha popular na Polinésia Francesa que atrai muitos recém-casados, pois, é um paraíso intocado, cheio de sol, natureza e mar.

Bora Bora abriga os famosos bungalows sobre a água, uma rica vida marinha facilmente observada através de mergulho, e águas azul-turquesa inspiradoras. Há muito que gostar neste destino turístico. Indiscutivelmente, o melhor local para desfrutar estas vistas impressionantes é de uma bonita praia.

Localizada no extremo sul do continente de Bora Bora, a praia de Matira é considerada uma das praias mais bonitas de toda a Polinésia Francesa.

A Praia de Matira é a praia pública de Bora Bora, localizada na parte sul da ilha central de Vaitapé. 

De todas as praias acessíveis ao público em Bora Bora, a de Matira é a maior e mais procurada pelos turistas. Matira é um dos lugares mais populares da ilha tornando-se um ponto de referência para o turismo. 

A Praia de Matira é muito bonita, pois, o mar de cor azul-turquesa contraste com a cor clara de uma areia muito fininha. 

Areia branca e água cristalina e calma combinam-se com uma vista deslumbrante. A praia envolve uma península, e é um local popular para assistir ao pôr-do-sol, fazer snorkel e apanhar banhos de sol.

quinta-feira, maio 20, 2021

A Praia de Temae

A Praia de Temae situa-se na Polinésia Francesa, na ilha de Mo'orea. Mo'orea é uma ilha montanhosa de origem vulcânica que faz parte das ilhas da Sociedade na Polinésia Francesa. Fica a apenas 17 km a noroeste de Taiti e é denominada por vezes como "a ilha irmã". A Praia de Temae é talvez a maior desta ilha e a mais amada pelos turistas devido à sua areia dourada e macia. A costa desce suavemente para um mar transparente e raso onde se pode nadar com segurança.

Protegida das correntes pela presença de um recife de coral, Temae Beach é um paraíso de águas quentes onde pode passar umas deliciosas férias de dolce far niente à sombra de palmeiras e a desfrutar de um coco fresco.

Aqui pode também fazer snorkeling (mergulho em águas rasas) e explorar o fundo do mar, rico em fauna e flora diversa e cores vibrantes, incluindo magníficas espécies de peixe-balão.

A ilha de Mo'orea, para além da Praia de Temae, oferece-lhe ainda outras oportunidades de passeio. Assim, não deixe de conhecer o Mo'rea Tropical Garden, os Jardins de Paofai, o ponto de Observação Belvedere e o Centro Cultural Tiki Village, entre outros locais imperdíveis.

quinta-feira, fevereiro 04, 2021

O Arquipélago de Tuamotu

O Arquipélago de Tuamotu ou Tuamotus é uma corrente de quase 80 ilhas e atóis, que se estende de noroeste a sudeste duma região do Oceano Pacífico Sul, que é aproximadamente do tamanho da Europa ocidental. 

Este arquipélago é administrado pelo governo da Polinésia Francesa, possui uma área territorial de cerca de 850 km² e tem quase 16 mil habitantes, formando a maior cadeia de atóis do mundo. As suas maiores e principais ilhas são Anaa, Fakarava, Rangiroa, Hao e Makemo.

As ilhas Tuamotu foram inicialmente povoadas por polinésios. O povo do Tahiti originalmente referia-se às ilhas como o Paumotus, que significa as "Ilhas Subservientes", até que uma delegação das ilhas convenceu as autoridades francesas a mudar o nome para Tuamotus, que significa "Ilhas Distantes".

No mapa do mundo, o Arquipélago de Tuamotu tem um segundo nome: as Ilhas Rossianos, pois muitos dos atóis receberam o nome dos russos: Kutuzov, Barclay de Tolly, Kruzenstern, Lazarev, Rumyantsev. 

Tetamanu

A antiga vila de Tetamanu, onde a primeira igreja de Tuamotu foi construída, fica situada na ilha de Fakarava. 

Fakarava é um atol do arquipélago de Tuamotu. Estende-se por uma área de 100,5 km², com 1578 habitantes, segundo os censos de 2007, com uma densidade de 16 hab/km².  O atol fica a 488 km a nordeste de Taiti.

O Tetamanu Village Resort, localizado no extremo sul de Fakarava,  numa reserva da biosfera da UNESCO, é uma charmosa pousada localizada a apenas uma hora e meia à vela ou a 45 minutos de vôo de Rangiroa.

Para quem gosta de mergulho nada como conhecer o Centro de Mergulho Tetamanu que está localizado na Vila Tetamanu.

A passagem de Tumakohua
A passagem de Tumakohua, onde o Centro de Mergulho Tetamanu está situado, abriga uma grande quantidade e diversidade de peixes e de tubarões. A uma profundidade de 20 - 30m pode descobrir todo o ecossistema desta passagem: garoupas, peixes-unicórnio e napoleões e muitos outros nadam sobre um fundo de coral rosa.

A partir do Centro de Mergulho pode chegar a outros fabulosos locais de mergulho onde ficará cativado pela beleza e riqueza da vida subaquática e emocionado pelo encontro com grandes predadores.

É uma parte do mundo paradisíaca e simplesmente divina.

domingo, janeiro 19, 2014

A Polinésia Francesa

A Polinésia Francesa é um território da Polinésia dependente da França, com o estatuto de colectividade de ultramar. Localiza-se no Pacífico sul, a cerca de 6000 quilómetros a leste da Austrália. É um dos mais vastos territórios do Pacífico, com 4.167 km² (dos quais 3 265 km² correspondem a ilhas habitadas - que se encontram dispersas por 2,5 milhões de km² de oceano), se considerada a área marítima ocupada. A Polinésia Francesa inclui cinco arquipélagos, o das Marquesas, o de Tuamotu, o de Gambier, o das Austrais e o da Sociedade (dividido em dois grupos, o das Ilhas de Barlavento e da Ilhas de Sotavento), além de algumas ilhotas exteriores a estes grupos.  Esta região é composta por vários arquipélagos de origem vulcânica ou coralina, situados numa área de alta actividade sísmica. A maior ilha é o Taiti. Entre as ilhas e atóis mais conhecidos destacam-se: Bora Bora, Mehetia, Taiti, Moorea, Tubuai e Tupai. Os territórios mais próximos são as Quiribati, a noroeste, a colónia britânica de Pitcairn, a leste, e o território neozelandês das Ilhas Cook, a oeste. A sua capital é Papeete.
O arquipélago das Marquesas foi provavelmente descoberto e colonizado por navegadores polinésios, uma civilização bastante dinâmica que se guiava apenas com o seu conhecimento de ondas, constelações e ventos nas suas navegações, vindos da Samoa cerca de 200 a.C.  O arquipélago de Gambier foi provavelmente descoberto e colonizado cerca de 300 d.C., o arquipélago da Sociedade por volta de 400 d. C., o arquipélago de Tuamotu  cerca de 600 d. C. e o arquipélago das Austrais cerca de 800 d. C.
O primeiro contacto europeu com a Polinésia Francesa ocorreu em 24 de janeiro de 1521, quando o português Fernão de Magalhães descobre Puka Puka, um atol do arquipélago de Tuamotu. Onze anos mais tarde, em 1595, o espanhol Álvaro de Mendaña e o português Pedro Fernandes de Queirós descobrem o arquipélago das Marquesas, mas mantiveram a sua descoberta em segredo para evitar a aproximação dos outros países europeus.
Com mais de um século sem contacto com os europeus, em 2 de junho de 1722, o holandês Jakob Roggeveen descobre Makatea e, quatro dias depois, Bora Bora. É Charles de Brosses quem nomeia de Polinésia as ilhas das terras austrais, em 1756. Só em 1767, o Taiti é descoberto pelo inglês Samuel Wallis, e em 1768 pelo francês Louis Antoine de Bougainville, que reclama a sua posse para a França. Posteriormente, o britânico James Cook, em 1769, explora o arquipélago da Sociedade e em seguida descobre Rurutu, situado no arquipélago das Austrais, regressando em 1773, 1774 e 1777. Paralelamente, o espanhol Domingo de Boenechea chega ao Taiti em 1772, tendo voltado em 1774 a fim de instalar uma missão permanente, porém esta falha. De 1743 a 1880, a família real taitiana Pomare beneficia habilmente da presença dos europeus para alargar o seu poder.
Veja agora dois vídeos espectaculares acerca da Polinésia Francesa e de atóis do Pacífico Sul. Já agora, um atol é uma ilha oceânica em forma de anel com estrutura coralínea e de outros invertebra­dos. No seu in­terior existe uma lagoa, sem nenhuma aparente conexão com as rochas da crosta.
Um atol começa a existir pela formação de um recife costeiro de corais ao redor de uma ilha vulcânica. À medida que esta ilha vai afundando o recife vai se acumulando e crescendo para fora em busca de águas mais ricas em nutrientes e transformando-se num recife de barreira. A parte central, com menor circulação de água fica preservada como uma laguna interior.
Assista agora a um vídeo com imagens fantásticas da Polinésia Francesa acompanhadas com uma música dos Aerosmith.  
E agora o outro vídeo sobre os atóis do Pacífico Sul.