Na fluida e incerta essência misteriosa
Da vida, flui em sombra a água nua.
O mesmo rio flui onde se vê.
Começar só começa em pensamento.
"This Will Be Our Year" cantavam os The Zombies em 1968, com a confiança de quem espera e sempre alcança.
Com votos de um feliz Ano Novo proponho-lhe que ouça Ella Fitzgerald em What Are You Doing New Year's Eve.
Este é, provavelmente, o standard de Ano Novo com mais versões. A canção foi composta em 1947 por Frank Loesser tendo sido notavelmente gravada, entre outros, por Bette Midler, Lena Horne, os Carpenters, Johnny Mathis, Harry Connick Jr, Billie Eilish, Rod Stewart, Diana Krall e Norah Jones.
Só a versão amadora gravada por Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt tem mais de 22 milhões de visualizações no YouTube. Mas foi esta interpretação registada em 1960, por Ella Fitzgerald, que escolhi em especial para hoje.
Com votos de um feliz Ano Novo ouça George Harrison em "Ding, Dong, Ding, Dong".
"Ding, Dong, Ding, Dong" é uma brilhante lengalenga de passagem de ano, com instruções simples e precisas:
Ouvimos Otis Redding e Carla Thomas a fazer as pazes, a jurar que no ano novo vai ser só amor, e que vão deixar de andar sempre a guerrear como se deduz que era costume no ano velho.
A dupla foi reunida pela Stax Records em 1967, tentando replicar a fórmula que a rival Motown tinha conseguido com Marvin Gaye e Tammi Terrell.
Luciane Cachinski é uma influencer e youtuber brasileira que se dedica a transmitir ao público feminino, com um humor peculiar, o que aprendeu sobre moda durante 27 anos.
Luciane é também proprietária da empresa Corte in Brazil, que fabrica, num pequeno atelier familiar, uma coleção feminina básica em malha.
Com a vida que se leva nos dias de hoje, precisamos de ser práticas inclusive no nosso roupeiro. Este vídeo mostra-lhe as 3 cores que irão deixar os seus looks incríveis!
Existe uma outra teoria mais plausível. Ela afirma que Stanislas Leszczynski, Duque da Lorena e pai da Rainha da França, provou sopa de cebola numa taberna de Champagne. Segundo Alexandre Dumas, que relatou a cena, ele quis aprender "como preparar uma sopa semelhante". Diz-se que, posteriormente, popularizou a receita na corte de Versalhes.
Mas foi graças a Les Halles, em Paris, que a sopa de cebola francesa deve sua fama. No século XIX, os donos de restaurantes tiveram a ideia de adicionar queijo ralado e gratinar as tigelas de sopa. Preparada desta forma, a sopa tornava-se muito mais nutritiva para os trabalhadores e notívagos do bairro.
Os mercados parisienses transformaram-na, então, num prato icónico com a adição de queijo gratinado, tornando-se a "Gratinée des Halles". O prato também era conhecido por mascarar o hálito daqueles que exageravam nas bebidas, ganhando o apelido de "sopa dos bêbados".
Hoje é um verdadeiro clássico da culinária francesa, especialmente apreciada nos meses frios de inverno porque este creme é uma explosão de sabor. A cebola é, claro, a protagonista do prato, trazendo doçura e profundidade de sabor quando caramelizada. Gratinada ou não, derrete na boca para o deleite das nossas papilas gustativas.A sopa de cebola é tradicional na culinária francesa e em muitas regiões produtoras de cebola. É frequentemente servida com croutons e queijo ralado.
E agora fique com a receita de Soupe à L’oignon de Joana Barrios.