O folar era tradicionalmente confecionado na época da Páscoa. O clero recolhia o folar das famílias no Domingo de Páscoa, no denominado "Compasso ou visita Pascal". Hoje o folar está na mesa de todos os transmontanos sempre que há um casamento ou um batizado.
A primeira referência à receita com a designação de "Folar de Valpaços" surge, em 1959, no Livro de Pantagruel (Bertha Rosa Limpo, 1959), aparecendo posteriormente em várias publicações nacionais de culinária, destacando-se, entre elas, o livro Cozinha Tradicional Portuguesa, de Maria de Lurdes Modesto(1982).
A reputação e utilização direta do nome "Folar de Valpaços" é referida por Virgílio Nogueiro Gomes, na sua obra "Transmontanices – Causas de Comer" (2010) e nas suas crónicas "Folares e a Páscoa" (2009) e "Cadernos de Receitas" (2012).
Numa taça, dissolva o fermento com um pouco de água morna.
Adicione a farinha à mistura de sal e ovos. Junte depois os restantes ingredientes. Misture tudo e bata energicamente até formar uma bola de massa elástica.
Deixe essa bola de massa levedar até dobrar de tamanho e ganhar algumas bolhas.
Corte a massa levedada em porções. Estenda a massa, recheie com as carnes e enrole a massa.
Coloque a massa numa forna untada com manteiga e deixe a levedar por cerca de 30 a 40 minutos.
Valpaços, um lugar onde eu costumo ir de férias no verão. Mas às vezes vou a Chaves.
Valpaços acho que é um sítio giríssimo para visitar, tem coisas muito giras e gosto imenso de ir lá passear. Tenho família a viver lá perto, é super fixe quando vamos todos lá passear, comer e divertimo-nos, por isso quero continuar a passar férias lá perto.