A Persistência da Memória (1931) ou os "Relógios fundidos" é uma das mais famosas obras de Salvador Dalí. Esta pintura apresenta a surrealista imagem da fusão de um relógio de bolso. A interpretação geral do trabalho é a de que o relógio é, incansavelmente, o pressuposto de que o tempo é rígido ou determinista, e neste sentido é apoiado por outras imagens, no trabalho, tais como a vasta expansão da paisagem e de formigas a voar a devorar os outros relógios.
Salvador Dalí (1904 - 1989), nascido na região da Catalunha, Espanha, é o maior símbolo da pintura surrealista mundial.
Aliás, Dalí costumava afirmar: "A única diferença entre mim e os Surrealistas é que Eu sou o Surrealismo".
O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica.
O estilo extravagante, tanto na maneira de se vestir quanto nas suas aparições públicas, fez dele um ícone pop da arte moderna.

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