domingo, setembro 24, 2017

Edifícios religiosos tintin por tintin

A Sé Catedral de Lisboa





Aprecie a apresentação abaixo, que explica de uma forma simples, para leigos, o que significam os os diferentes edifícios religiosos e as diferentes formas de arquitetura com que têm sido construídos ao longo dos tempos.

sábado, setembro 23, 2017

Aves do Paraíso

Proponho-lhe que assista a um pequeno filme integrado no projeto dos pássaros de paraíso, que demorou 10 anos a realizar: Aves do Paraíso.
Esta é "Uma maravilha que a mãe natureza criou, e que os homens conseguiram ter a paciência de captar".


Esta curta metragem que foi filmada na Nova Guiné vale bem a pena ser vista. Não perca esta oportunidade.

sexta-feira, setembro 22, 2017

A Origem da Palavra Lustre

Aqui lhe deixo a  Origem da Palavra: Lustre, de acordo com o Dicionário da Origem das Palavras de Orlando Neves.
Em Roma, costumavam contar o tempo por períodos de cinco anos a que chamavam "lustros", palavra que derivava do verbo luere, que significava "purificar", ou seja o sacrifício da expiação que se faria todos os "cinco anos".
Cada "lustro" começava por um recenseamento e purificação do povo, que se realizava no Campo de Marte- a esta cerimónia chamava-se "lustração".
A finalidade era purificar as cidades, os campos, as casas, os rebanhos, o exército, as crianças e as pessoas manchadas por algum crime.

Hoje a palavra lustre (substantivo masculino) significa (de acordo com o dicionário Priberam da língua portuguesa): lampadário, candelabro pendente com muitas luzes, brilho, polimento, e em sentido figurado: fama, resplendor, glória, brilhantismo.
Por seu turno a palavra lustro (substantivo masculino) significa: período de cinco anos, polimento ou  relâmpago (Portugal: Trás-os-Montes).

quinta-feira, setembro 21, 2017

September

Ouça a banda Earth, Wind & Fire, em September, do álbum Earth, Wind & Fire (1971).

Do you remember the
21st night of September?
Love was changing the minds of pretenders
While chasing the clouds away
Our hearts were ringing
In the key that our souls were singing.
As we danced in the night,
Remember how the stars stole the night away
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - never was a cloudy day
Ba duda, ba duda, ba duda, badu
Ba duda, badu, ba duda, badu
Ba duda, badu, ba duda
My thoughts are with you
Holding hands with your heart to see you
Only blue talk and love,
Remember how we knew love was here to stay
Now December found the love we shared in September.
Only blue talk and love,
Remember the true love we share today
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - never was a cloudy day
There was a
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - golden dreams were shiny days
The bell was ringing, aha
Our souls were singing
Do you remember
Never a cloudy day
There was a
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - never was a cloudy day
There was a
Ba de ya - say do you remember
Ba de ya - dancing in September
Ba de ya - golden dreams were shiny days
Ba de ya de ya de ya
Ba de ya de ya de ya
ba de ya de ya de ya
De ya
Ba de ya de ya de ya
Ba de ya de ya de ya
ba de ya de ya de ya
Compositores: Al Mc Kay / Allee Willis / Maurice White




quarta-feira, setembro 20, 2017

O Livro das Viagens de Comboio

O Livro das Viagens de Comboio é uma apresentação que lhe mostra as mais belas viagens de comboio do mundo.
Não perca esta oportunidade de viajar sem ter que sair de casa.
Viaje no Expresso do Oriente, no Transiberiano, no Transcantábrico, no Patagónia Express ou no Shangri-La Express, etc.
Verá que vale bem a pena.

terça-feira, setembro 19, 2017

Meu Moçambique

Neves de Sousa
Minha África suburbana.
Eu sei-me Moçambique,
cisterna no pecúlio dos deuses.
Um Zambeze inteiro escala a língua
escorre-me pelas pernas
ramifica nos canhoneiros,
laça os peixes inquietos nas sementes
engolfa-se nos mpipis bêbados nas timbilas.
Eu sei-me Moçambique,
no cume das árvores, na sede incontinente
da minha falange, do Rovuma ao Incomati,
no xigubo terrestre dos pés descalços
e em todos os tambores que surdem
das mãos coloridas nos braços em chaga.
Tânia Tomé

segunda-feira, setembro 18, 2017

O amor é mais falado do que vivido

 Zygmunt Bauman
Em português do Brasil, proponho-lhe que leia o texto abaixo: "O amor é mais falado do que vivido".

"O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar. O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.

O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos".

"Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo". Zygmunt Bauman