Frequentemente vemos nas estradas portuguesas, camiões transportando gás. Quando passar por um camião destes, preste muita atenção e mantenha uma distância de segurança.
Veja o que pode acontecer quando um destes camiões se envolve num acidente.
O acidente aqui documentado aconteceu na Rússia.
Só diante de acontecimentos deste tipo é que valorizamos todas as normas existentes sobre o Transporte de Cargas Perigosas e a respectiva fiscalização.
Nessa tarde mimosa de saudade
Em que eu te vi partir, ó meu amor,
Levaste-me a minh'alma apaixonada
Nas folhas perfumadas duma flor.
E como a alma, dessa florzita,
Que é minha, por ti palpita amante!
Oh alma doce, pequenina e branca,
Conserva o teu perfume estonteante!
Quando fores velha, emurchecida e triste,
Recorda ao meu amor, com teu perfume
A paixão que deixou e qu'inda existe...
Ai, dize-lhe que se lembre dessa tarde,
Que venha aquecer-se ao brando lume
Dos meus olhos que morrem de saudade! Florbela Espanca -A Mensageira das Violetas
1- A prótese mais antiga tem 3.000 anos
Já desde há 3.000 anos que as pessoas se preocupam o suficiente com o seu bem estar para construirem próteses.
Esta prótese em particular, foi utilizada no Antigo Egipto, para ajudar uma pessoa a andar. De acordo com as investigações e réplicas levadas a cabo pelos técnicos, esta peça é uma prótese muito prática e funcional.
Curaçau (ou Curação) é uma ilha no Mar das Caraíbas. Antigamente fez parte das hoje extintas Antilhas Holandesas. Hoje é um país autónomo constituinte do Reino dos Países Baixos. Curaçau ou Curação situa-se um pouco ao norte da Venezuela, e próximo de Aruba, outra ilha que integra, igualmente, o Reino dos Países Baixos. A capital de Curação, Willemstad, está dividida em Otrobanda e Punda.
Em textos antigos chegou a referir-se, em Portugal, esta ilha como a ilha da Curação.
Os nomes dados inicialmente à ilha (1501), Curasorbo e Curasoto, significavam, respectivamente, "trago de bebida para cura" e "matagal de cura". Assim se entende a palavra "curação" (arte de curar), e não com o significado de "coração". Há, igualmente, a teoria de que o nome tem origem no facto de aí se produzir um licor a partir de cascas de laranja-da-terra, cravo e canela, o Curaçau. Os holandeses denominaram assim a ilha por não serem capazes de pronunciar "ilha da Curação", nome dado originalmente por navegadores portugueses que viram ali a cura de doentes atacados pelo escorbuto. Provavelmente, terão sido salvos pelas vitaminas dos frutos que ingeriram na ilha.
A língua oficial é o holandês, mas a língua mais falada é o papiamento, um crioulo ou dialeto que mistura seis idiomas diferentes - o português, entre eles.
Este país com apenas 150 mil habitantes tem uma economia que se baseia no petróleo e no turismo. Curação faz parte das chamadas ilhas ABC (Aruba, Bonaire e Curação) e destaca-se pelas praias cristalinas, de azul profundo e límpido, perfeitas o para mergulho.
Observar Kenepa, uma praia de azul perfeito, similar a uma piscina, é a certeza de estar no paraíso ou bem próximo dele. Algumas praias neste país das Caraíbas são pagas, o que não tira o charme e garante uma boa estrutura de apoio para os visitantes.
Além do mar, o país destaca-se também pelo seu passado histórico. Os fortes, que um dia tiveram a função de proteger a capital contra as invasões, hoje são centros de comércio e divertimento. Curação é uma mistura da Europa com a cor e as características típicas da América Latina.
Lídia Jorge (1946) é uma escritora portuguesa, que foi professora do Ensino Secundário. Foi nessa condição que passou alguns anos decisivos em Angola e Moçambique, durante o último período da guerra colonial, mas a maior parte da sua carreira docente foi em Portugal.
O seu primeiro romance, publicado em 1980, O Dia dos Prodígios, constituiu um acontecimento num período em que se inaugurava uma nova fase da literatura portuguesa. Seguiram-se os romances O Cais das Merendas (1982), Notícia da Cidade Silvestre (1984), A Costa dos Murmúrios (1988), que reflecte a experiência colonial passada na África colonial, A Última Dona (1992), O Jardim sem Limites (1995), O Vale da Paixão (1998), O Vento Assobiando nas Gruas (2002), Combateremos a Sombra (2007), e o livro de ensaios, Contrato Sentimental (2009), que é uma reflexão crítica sobre o futuro de Portugal, A Noite das Mulheres Cantoras (2011) e Os Memoráveis (2014).
Lídia Jorge publicou antologias de contos, Marido e Outros Contos (1997), O Belo Adormecido (2003), e Praça de Londres (2008), para além das edições separadas de A Instrumentalina (1992) e O Conto do Nadador (1992).
A sua peça de teatro A Maçon foi levada à cena, em 1997. Também houve uma adaptação teatral de O Dia dos Prodígios. O romance A Costa dos Murmúrios foi adaptado (2004) ao cinema.
Sinopse:
Os contos reunidos neste livro têm vários elementos em comum: a acção decorre num espaço longínquo, a narrativa desenvolve-se em torno de uma revelação demolidora, a memória funciona como uma catarse que o tempo se encarrega de prolongar de modo a não poder ser esquecida.
Como no primeiro conto, «O Amor em Lobito Bay», que dá título ao volume, em todos existe uma história de amor, no sentido mais amplo do termo, que entrecruza a experiência da confiança na vida com o desconcerto do mundo. E à imagem da criança que deseja comer o coração de uma andorinha, em todos os outros contos ocorre a experiência de uma decepção inaugural transformada em sabedoria. São contos de persistência, memória de momentos, breves momentos de relâmpago, durante os quais a luz ilumina demais, e algo se esclarece para sempre, ainda que a sombra nunca se esgote. É sob essa luz transfiguradora que as crianças expõem os limites da sua inocência, jovens lutam contra a desordem do mundo para além do improvável, mulheres e homens perto da velhice recriam sonhos audazes, poetas descobrem, a meio da noite, os limites frágeis da humanidade. São contos sobre a marcha humana que não pára de reiniciar continuamente os seus primeiros passos.
A Boa Mentira é um filme (2014), com argumento de Margaret Nagle e realizado pelo americano Philippe Falardeau, que conta com as interpretações de Reese Witherspoon, Corey Stoll, Sarah Baker, Emmanuel Jal, Arnold Oceng, Ger Duany e Kuoth Wiel. Alguns destes atores viveram de perto a experiência mostrada no filme.
Sinopse:
Este drama inspirado em factos reais, conta a história de um jovem sobrevivente da Guerra Civil do Sudão que, ao lado de outros três homens sudaneses, Mamere (Arnold Oceng), Jeremiah (Ger Duany) e Paul (o músico Emmanuel Jal), têm a oportunidade de sair do país e conseguir uma vida melhor nos Estados Unidos. São acolhidos por uma assistente social, Carrie Davis (Reese Witherspoon), que pouco conhece sobre o duro passado de cada um. Ela é uma mulher solteira, bem resolvida e muito prática, o que lhes parece estranhíssimo. Aos poucos, tornam-se amigos e descobrem uma nova visão de mundo.
De referir ainda que, entre 1983 e 2005, durante os anos da Guerra Civil que assolou o Sudão, estima-se que mais de dois milhões de pessoas tenham perdido a vida. Em busca de abrigo, um sem-número de famílias, sobretudo crianças, deixou as suas casas e seguiu em direcção a campos de refugiados. Alguns anos mais tarde, um esforço humanitário levou para os EUA algumas destas crianças.
São belas - bem o sei, essas estrelas
Mil cores - divinais têm essas flores;
Mas eu não tenho amor, olho para elas;
Em toda a natureza
Não vejo outra beleza
Senão a ti - a ti!
Divina - ai! sim, será a voz que afina
Saudosa - na ramagem densa, umbrosa.
Será; mas eu do rouxinol que trina
Não oiço a melodia,
Nem sinto outra harmonia
Senão a ti - a ti!
Respira - n'aura que entre as flores gira,
Celeste - incenso de perfume agreste.
Sei... não sinto: minha alma não aspira,
Não percebe, não toma
Senão o doce aroma
Que vem de ti - de ti!
Formosos - são os pomos saborosos,
É um mimo - de néctar o racimo:
E eu tenho fome e sede... sequiosos,
Famintos meus desejos
Estão... mas é de beijos,
E só de ti - de ti!
Macia - deve a relva luzidia
Do leito - se por certo em que me deito;
Mas quem, ao pé de ti, quem poderia
Sentir outras carícias,
Tocar noutras delícias
Senão em ti - em ti!
A ti! ai, a ti só os meus sentidos
Todos num confundidos,
Sentem, ouvem, respiram;
Em ti, por ti deliram.
Em ti a minha sorte,
A minha vida em ti;
E quando venha a morte,
Será morrer por ti. Almeida Garrett - Folhas Caídas
A aldeia do Marco (ou Várzea Grande) é uma aldeia que faz parte da freguesia de Esperança, no concelho de Arronches (Alentejo). Esta aldeia está separada da sua irmã gémea a aldeia de El Marco (freguesia do concelho de La Codosera (Badajoz) pela Ribeira de Abrilongo.
A particularidade desta aldeia geminada é o facto de estar separada pela fronteira e por uma ribeira. Até à criação de uma estrada de ligação entre ambos os países, a única forma de comunicação possível era uma pequena ponte sobre a Ribeira de Abrilongo. Esta ponte tem apenas 6 metros de comprimento e é a ponte internacional mais pequena do mundo. Atravessa a fronteira entre Portugal e Espanha ligando as pequenas povoações de Várzea Grande e El Marco. Na parte portuguesa da aldeia existe um marco fronteiriço, o 713-B, colocado na sequência do Tratado de Limites de Lisboa de 1864.
Esta região foi colonizada por camponeses alentejanos, nomeadamente no último quartel do século XIX, abrangendo grande parte do território do concelho ou ayuntamiento de La Codosera, o que nos permite falar de uma Extremadura portuguesa ou alentejana ou de um Alentejo espanhol ou extremenho. Não admira, pois, que o casario tradicional, seja fundamentalmente alentejano. A aldeia situa-se numa região rural, onde o português é a língua normal de comunicação, pouco desenvolvida, em que a agricultura (oliveira) continua a ser importante tal como o comércio, tanto na parte portuguesa como na espanhola, com duas lojas de venda a retalho de relógios, toalhas, candeeiros, faqueiros, etc., direccionados claramente para um cliente espanhol que procura em Portugal bons produtos a preços mais reduzidos. Devido ao comércio e à proximidade com Espanha, os contactos transfronteiriços são muito intensos, o que tem originado matrimónios mistos muito frequentes.
A aldeia de Marco fica integrada no Parque Natural da Serra de São Mamede, o que é um bom motivo para fazer excursões pela serra.
1.AFlor-do-beijo ou Psychotria elata
A Psychotria é um género botânico que compreende aproximadamente 1900 espécies de plantas com flores, que pertence à família Rubiaceae.
Uma das variedades desta planta tem o nome científico Psychotria Elata.
A flor-do-beijo é uma planta arbustiva ou uma pequena árvore, semilenhosa e florífera, que chama a atenção principalmente pelas suas flores, de brácteas vermelho vivo, brilhantes e que lembram lábios carnudos. Esta variedade é vulgarmente conhecida pelos nomes populares: Flor-do-beijo, Flor-de-lábios, Lábios-de-prostituta, Lábios-quentes, Planta-dos-lábios-quentes ou Lábios de Hooker. É uma planta que surge em estado selvagem, nas regiões de climas tropicais ou equatoriais da Amérca Central e do Sul, nomeadamente na Colômbia, no Equador, na Costa Rica, nas Honduras, no Panamá, no México, na Jamaica e em Belize.
Só se encontra ao pé de árvores das florestas tropicais e nas margens de riachos e pequenos sulcos de água.
Na Colômbia de onde é originária, está ameaçada de extinção, pela desflorestação do seu habitat.
Nelson Freitas (Lisboa, 1975) é um cantor e produtor musical holandês, de origem cabo-verdiana. O seu estilo musical incorpora R&B e hip-hop combinados com zouk, kizomba e música tradicional de Cabo Verde.
Ainda adolescente, aprendeu a entreter o público através do breakdance. Depois, tornou-se vocalista do grupo Quatro (posteriormente, Quatro Plus). Atualmente assume-se como produtor, escritor, cantor, engenheiro e dono da GhettoZouk Music, um selo criado por Nelson Freitas com artistas como Chelsy Shantel & William Araujo.
Em 1997, o CD de compilação de Mobass Presents foi lançado com a faixa Hoje em Dia, que lançou oficialmente os Quatro no mercado. O grupo lançou três álbuns: 4-Voz (Quatro Vozes) em 1998, Bem Conche (Vem conhecer) em 2002, e Ultimo Viagem em 2005. Após estes três álbuns com o grupo, Nelson, criou o seu álbum a solo chamado Magic, em 2006. Este álbum lançou a sua carreira a nível mundial.
Em 2010 Nelson lançou o seu segundo álbum, My life, do qual se destacaram títulos como Rebound Chick, Saia Branka e Nha Primere Amor.
Em 2013 Nelson lançou o 3 º álbum Elevate, onde contou com a colaboração de artistas e produtores de diferentes etnias, como Angola, Cabo Verde, Congo, Holanda e Marrocos.
Ela é a miúda mais linda que eu ja vi na minha vida
As curvas dela me fazem enlouquecer logo na hora
Quando ela me toca ela me domina
Ela me fascina com um simples beijo na boca
Ninguem me engana que tu es a miuda que me faz
Sentir calor sentir o amor sentir-me bem
Podem falar o que quiserem mas eu nao me importo
Contigo eu sei que eu vou mais alem
Essa miuda é linda, oh!
Ela me faz fazer coisas que eu nunca fiz na minha vida
Linda, oh!
'To a gostar, fazer coisas que nunca fiz por ninguem não
Eu não me importo se ando a gastar a toa
É só com ela que eu vejo a minha vida numa boa
Ela é tão bonita, ela ilumina a minha vida
Só Deus é que sabe, bi 'tá bo tão feliz!
Ninguém me engana que tu és a miuda que me faz
Sentir calor sentir o amor sentir-me bem
Podem falar o que quiserem mas eu nãome importo
Contigo eu sei que eu vou mais além
Essa miuda é linda oh!
Ela me faz fazer coisas que nunca fiz na minha vida
Linda oh!
'To a gostar fazer coisas que nunca fiz por ninguem não
Miuda linda, tão bonita
Fazer coisas que nunca fiz na minha vida Miuda linda, tão bonita
Fazer coisas que nunca fiz por ninguem não
Essa miuda é linda oh!
Ela me faz fazer coisas que nunca fiz na minha vida
Linda oh!
'To a gostar fazer coisas que nunca fiz por ninguem não
1 – Peristeria elata Peristeria é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). A espécie tipo é a Peristeria elata Hooker. O nome do género vem do grego peristerion, pequeno pombo, em alusão à forma das suas flores.
A estrutura central similar a uma pomba branca rendeu a essa orquídea o apelido de "Orquídea do Espírito Santo". Encontra-se na América Central, desde a Costa Rica à floresta Amazónica, no Equador, Perú, Colômbia, Guianas e norte do Brasil.
2 – Habenaria radiata Esta é uma das mais famosas orquídeas japonesas. Apesar de ser muito conhecida no mundo inteiro, esta espécie está em perigo de extinção no estado selvagem.
Aqui a semelhança é difícil de negar: a parte central e as "asas" fazem com que esta orquídea se pareça com uma garçota (um tipo de garça). Encontra-se na China, no Japão, nas Coreias do Norte e do Sul e na Rússia.
A aldeia de Rio de Onor está inserida no Parque Natural de Montesinho, concelho de Bragança, sendo atravessada pela fronteira com Espanha. De um lado fica, Rio de Onor, do outro, Rihonor de Castilla.
Rio de Onor é uma aldeia, (foi freguesia raiana, portuguesa) com 44,16 km² de área e 76 habitantes (2011). O que dá uma densidade populacional de 1,7 hab/km².
Subsiste ainda como aldeia comunitária. Se quiser conhecer melhor este tema recomendo-lhe a leitura de Rio de Onor - Comunitarismo Agropastoril (1953), de Jorge Dias (1907 – 1973), um prestigiado etnólogo português.
O comunitarismo pressupõe partilha e entreajuda de todos os habitantes:
Partilha dos fornos comunitários;
Partilha de terrenos agrícolas comunitários, onde todos devem trabalhar;
Partilha de um rebanho, pastoreado nos terrenos comunitários.
Rio de Onor tem em comum com a alentejana aldeia de Marco uma outra característica única: é atravessada a meio pela fronteira internacional entre Portugal e Espanha. Sendo, para efeitos oficiais, a parte espanhola distinguida como Rihonor de Castilla, Mas, para os seus habitantes, é apenas o povo de acima e povo de abaixo, não se distinguindo como dois povoados diferentes como, erradamente, é escrito por alguns.
O povoado singular assume, para além de um regime de governo próprio, um dialecto próprio e quase extinto, pertencente ao grupo do asturo-leonês, à semelhança da língua mirandesa.
Tipicamente trasmontana, a aldeia apresenta casas tradicionais compostas por dois andares: no andar de cima moram as famílias, no andar de baixo abriga-se o gado, os cereais e outros produtos da terra.
Esta aldeia comunitária é uma das mais bem preservadas do Parque Natural de Montesinho, com casas típicas serranas em xisto de varandas alpendradas, muito bem recuperadas.
Rio de Onor é atravessada pelo rio Onor, também conhecido como rio Contensa. A praia fluvial convida a momentos de lazer e descanso, tal a limpidez das águas que a beijam.
Em Rio de Onor, descubra a Ponte Romana, a Igreja Matriz, o forno, a forja e os moinhos comunitários.
Conheça ainda melhor esta região percorrendo o Roteiro da Baixa Lombada e Onor, que atravessa as aldeias de Baçal, Sacoias, Aveleda e Varge.
O artesanato típico da aldeia de Rio de Onor engloba peças de cestaria e carpintaria.
Na gastronomia destacam-se os saborosos enchidos.
Das tradições ancestrais de Rio de Onor merecem atenção especial o rionorês - dialeto que nasceu da mistura do castelhano e do português, ainda hoje, é falado na aldeia - e a Festa dos Reis (6 de janeiro), um rito da puberdade que envolve a participação dos rapazes solteiros da aldeia.
Vale a pena dar uma vista de olhos nestas imagens:
O vídeo abaixo mostra um pelotão absolutamente espetacular! Estão todos muito bem treinadinhos...
Este desempenho é feito por 38 estudantes do sexo masculino e 34 estudantes do sexo feminino de uma Universidade do Japão.
Não é preciso saber japonês para entender o vídeo, por isso, não perca a oportunidade de o ver.
Vale bem a pena observar o que é o treino e a precisão destes jovens.
Ora veja.
Tia Guida é um livro do escritor português, André Fernandes. Este jovem autor esteve recentemente, na nossa escola, para fazer a apresentação desta sua obra e, para conversar com alguns alunos. Sinopse: Não me lembro do dia exacto, nem da hora exacta, mas lembro-me exactamente de como me senti. Despertei. Peguei no telefone e digitei o número que pretendia. A chamada estava estabelecida. Estava prestes a receber notícias que ansiava receber há já alguns dias. Mas nem por um segundo equacionei a hipótese de serem tão negras como aquelas que recebi naquele dia. Cancro. Sim, tinha ouvido bem. Cancro.
Se quiser conhecer o André Fernandes veja o vídeo abaixo, porque ele esteve na TVI, para falar sobre o Tia Guida.
Embora seja um livro sobre cancro, é um m livro com uma mensagem muito positiva.
Oiça,Tina Turner & Bryan Adams em It's Only Love/Without You (ao vivo). Tina Turner, conhecida como Miss Hot Legs é uma cantora, dançarina e atriz nascida nos Estados Unidos e, desde 2013, de cidadania suíça , cuja carreira começou há mais de cinquenta anos. Bryan Adams (1959), é um cantor, compositor e fotógrafo canadiano. Bryan Adams é um dos artistas mais bem sucedidos da década de 1980. É também reconhecido por sucessos como Heaven, Please Forgive Me, Everything I Do, Summer of 69, entre outros.
Maria do Mar (1930) é um filme mudo português, realizado pelo cineasta Leitão de Barros.
O argumento é de Leitão de Barros que contou com a parceria de António Lopes Ribeiro.
É a primeira docuficção e também a primeira etnoficção do cinema português (metragem original: 3000 metros, metragem conservada: 2138 metros), a segunda mundial depois de Moana (1926), de Robert Flaherty.
Uma obra precursora, com Moana, da prática da antropologia visual.
Estreou em Lisboa, nos cinemas Odeon e São Luiz, e na cidade do Porto, no cinema Águia de Ouro, em 1930. Sinopse: Maria do Mar, é o nome do batel da grande desgraça e o nome da protagonista. Daí o título ao filme.
É simultaneamente um documentário - porque retrata fielmente a vida pobre e dura das gentes da Nazaré, o que lhe dá uma caução muito realista - e, uma película de ficção. Narra a trágica história de duas famílias desavindas pelas mortes dos pais em que as matriarcas - principalmente Tia Aurélia, a Ilhôa, interpretada pela extraordinária Adelina Abranches - subjugam todos ao seu domínio. Mas não conseguem evitar uma bela história de amor entre os filhos, Maria do Mar (Rosa Maria) e Manuel (Oliveira Martins).
Falacha (Alves da Cunha) é o capitão de um barco de pesca da Nazaré
que perdeu parte de seus homens num naufrágio.
Uma das vítimas foi o homem da Tia Aurélia, que nunca perdoou à família do arrais. Perseguido pelo ódio dos seus patrícios, Falacha suicida-se. Um dia, Maria do Mar, a filha dele, é salva por Manuel, filho da Tia Aurélia...
Tempos depois, Maria do Mar, apaixona-se pelo Manuel, o que faz com que estes dois jovens se transformem numa espécie de Romeu e Julieta
da Nazaré.
Mas agora é mais do que tempo de ver o filme de que temos estado para aqui a falar!
A rua que eu imagino, desde menino, para o meu destino
pequenino
é uma rua de poeta, reta, quieta, discreta,
direita, estreita, bem feita, perfeita,
com pregões matinais de jornais, aventais nos portais, animais e
varais nos quintais;
e acácias paralelas, todas elas belas, singelas, amarelas,
douradas, descabeladas, debruçadas como namoradas para as
calçadas;
e um passo, de espaço a espaço, no mormaço de aço baço e lasso;
e algum piano provinciano, quotidiano, desumano,
mas brando e brando, soltando, de vez em quando,
na luz rara de opala de uma sala uma escala clara que embala;
e, no ar de uma tarde que arde, o alarde das crianças do
arrabalde;
e de noite, no ócio capadócio,
junto aos lampiões espiões, os bordões dos violões; e a serenata ao luar de prata (Mulata ingrata que mata...);
e depois o silêncio, o denso, o intenso, o imenso silêncio...
A rua que eu imagino, desde menino, para o meu destino
pequenino
é uma rua qualquer onde desfolha um malmequer uma mulher
que bem me quer
é uma rua, como todas as ruas, com suas duas calças nuas,
correndo paralelamente, como a sorte diferente de toda gente,
para a frente,
para o infinito; mas uma rua que tem escrito um nome bonito,
bendito, que sempre repito
e que rima com mocidade, liberdade, tranqüilidade: RUA DA FELICIDADE... Guilherme de Almeida
A Martinica é um departamento insular francês, situado nas Caraíbas.
Este território ultramarino tem fronteiras marítimas com a Dominica a noroeste, e com Santa Lúcia a sul.
A capital da Martinica é Fort-de-France. Este território tem estatuto de região administrativa, assim como as outras colónias francesas (Guadalupe, a ilha de Reunião e a Guiana Francesa). A antiga capital, Saint-Pierre, ficou mundialmente famosa após a grande erupção vulcânica de 1902, no Monte Pelée. Em 29 de novembro de 2007, houve um sismo de 7,4 na escala de Richter, que foi sentido no Brasil (Amazonas, Pará, Rondónia, Roraima e Amapá).
A pessoa mais ilustre, filha deste território, foi a primeira consorte do imperador Napoleão I, a imperatriz Josefina de Beauharnais.
Descubra a Martinica através do excelente timelapse que se segue.
E veja agora um excelente vídeo sobre este magnífico território.
Em alguns lugares do nosso país, em especial da região do Alentejo, existe uma tradição que ocorre uma semana depois da Páscoa, que é o chamado Dia do Vale.
Neste dia, que costuma ser uma semana após o Domingo de Páscoa, em algumas zonas, as pessoas vão para o campo fazer um pic-nic, numa celebração ainda pascal, da ressurreição de Cristo. Vão para o campo, para conviver com a família, para descansar, para ver os campos verdes, as árvores floridas, as crias que nascem, ou seja, a natureza a transbordar de nova vida. As pessoas levam os farneis, onde não pode faltar o tradicional borrego para o almoço no campo, cadeiras e mesas, entre outras coisas, para um dia passado em festa.
Noutros locais do Alentejo estes pic-nics pascais ocorrem na segunda feira após o Domingo de Páscoa ou na segunda feira de Pascoela uma semana a seguir ao Domingo de Páscoa.
Uma tradição linda, embora em vias de extinção, pelo seu conteúdo, pela sua liberdade, pela celebração da Vida!
O Vale Europeu localiza-se no Vale do Itajaí, no estado de Santa Catarina. Quem o visita tem a sensação de estar noutro país e não no Brasil. O Vale Europeu é uma região com fortes características dos colonizadores alemães, italianos, austríacos, polacos e portugueses. Assim, a arquitetura, a culinária, os costumes e as suas gentes, lembra a Europa, mais precisamente a Alemanha, país de onde vieram no século XIX a maioria dos seus colonizadores. Neste Vale existem mais de 520 mil habitantes detendo um dos melhores padrões de qualidade de vida do Brasil.
A região oferece diversas atrações que variam da arquitetura típica, aos dialetos que ainda podem ser escutados em alguns lugares. Esta região é muito famosa, também, por organizar uma das festas mais conhecidas do país, a Oktoberfest de Blumenau. Vale a pena viajar pelas estradas que interligam as cidades do Vale Europeu. Em diversos pontos as estradas são cortadas por rios, cascatas, moinhos, capelas, engenhos e paisagens rurais.
Além das suas tradições o Vale Europeu, destaca-se pela pujança da sua economia, pois é uma das regiões mais ricas não só de Santa Catarina, mas também do Brasil, e pelas lindas belezas naturais, que dão aos amantes do ecoturismo uma variedade enorme de opções: montanhas, cachoeiras, cavernas (não deixe de visitar a caverna de Botuverá, a maior do Sul do Brasil e uma das mais belas do país), rios caudalosos e percursos ecológicos, entre outros. Nesta região existe, portanto, a hipótese de praticar diversos tipo de turismo: o Cicloturismo, o Turismo Religioso com a Rota da Fé (o Santuário de Santa Paulina - primeira santa brasileira - em Nova Trento e o Vale de Azambuja em Brusque); o Turismo Desportivo (os morros, vales, cachoeiras e rios desta região são um convite para prática de desportos como o trekking, o rapel, o mountain bike e o parapente); o Turismo de Aventura (com os rápidos do rio Itajaí e dos seus afluentes que estão entre os melhores do Brasil para a prática de rafting).
Aprecie agora dois vídeos sobre o Vale Europeu em Santa Catarina. Valem bem a pena.
Cauby Peixoto (1931) é um cantor brasileiro que ficou marcado pela sua voz, caracterizada pelo timbre grave e aveludado, mas principalmente pelo seu estilo "dândi". Este estilo inclui figurinos e penteados excêntricos. Cauby (conhecido no meio artístico como Professor) está em atividade desde o final da década de 1940. Proveniente de uma família de músicos, o pai (conhecido como Cadete) tocava violão, a mãe bandolim, os irmãos eram instrumentistas, as irmãs cantoras e o tio pianista. Cauby é sobrinho do famoso Nonô (Romualdo Peixoto), grande pianista, que popularizou o samba naquele instrumento.
Oiça-o aqui na música "Conceição" (1956), uma composição de Jair Amorim e Dunga, que se tornou um grande sucesso e que faz parte da discografia do Cauby Peixoto.
Conceição
Eu me lembro muito bem
Vivia no morro a sonhar
Com coisas que o morro não tem
Foi então Que lá em cima apareceu
Alguém que lhe disse a sorrir
Que, descendo à cidade, ela iria subir
Se subiu
Ninguém sabe, ninguém viu
Pois hoje o seu nome mudou
E estranhos caminhos pisou
Só eu sei
Que tentando a subida desceu
E agora daria um milhão
Para ser outra vez Conceição
Conceição
Eu me lembro muito bem
Vivia no morro a sonhar
Com coisas que o morro não tem
Foi então Que lá em cima apareceu
Alguém que lhe disse a sorrir
Que descendo à cidade ela iria subir
Se subiu
Ninguém sabe, ninguém viu,
Pois hoje seu nome mudou
E estranhos caminhos pisou
Só eu sei
Que tentando a subida desceu
E agora daria um milhão
Para ser outra vez Conceição.
A Cidade do Vaticano, com uma população de 842 habitantes, ganhou o título de cidade menos povoada.
A cidade do Vaticano é uma cidade-estado e é por isso, oficialmente, o menor Estado do mundo.
A Páscoa no arquipélago da Madeira vive-se com muita intensidade e diferencia-se em termos culturais e gastronómicos do restante país.
A ementa da Páscoa nas ilhas da Madeira e do Porto Santo, apresenta iguarias saborosas e muito variadas.
Na Sexta-feira Santa, os madeirensem evitam comer carne e os pratos mais tradicionais deste dia são: o bacalhau assado, os filetes de peixe-espada preto ou de atum ou o atum de escabeche, acompanhado de salada, inhame, feijão e batatas.
No Domingo de Páscoa volta-se a comer carne e os pratos mais tradicionais das ilhas da Madeira e do Porto Santo e que são muito apreciados nesta quadra são: o cabrito guisado com vinho e canela à maneira da Ponta do Sol, servido com semilhas (batatas) cozidas e legumes. A carne santa do Porto Moniz, o cabrito assado do Funchal ou o borrego assado são também outros pratos típicos desta quadra.
A Páscoa neste arquipélago apresenta também uma rica e deliciosa doçaria. Os tradicionais torrões de açúcar constituem uma das principais imagens da doçaria madeirense na quadra da Páscoa.
Estes torrões podem apresentar diversas tonalidades, bastando para isso variar a fruta que se vai utilizar.
Na doçaria também se confeccionam os deliciosos bolos ou doces de amêndoas, o pudim de ovos, o pão-de-ló de São Vicente e do Porto Santo ou o bolo doce, iguaria tradicional da Ponta do Sol, feito de erva-doce.
Entretanto, aqui fica uma receita, pescada na net, de Torrões de Açúcar. Ingredientes: 1 kg de açúcar
1/2 l de leite;
125 g de manteiga;
2 colheres de chocolate em pó;
Frutas secas nomeadamente nozes e cidra;
1 chávena de côco Preparação:
Junte ao leite o açúcar com metade da manteiga e leve a ferver mexendo sempre. Junte depois o côco com o resto da manteiga e as frutas moídas.
Ao invés do chocolate, as cores podem ser conseguidas com polpa de fruta, nomeadamente de pitanga, morango, maracujá, laranja e miolo de amêndoa.
Com votos de um bom Domingo de Páscoa aqui fica uma receita, de um prato pouco conhecido, mas muito antigo, da nossa gastronomia: O Cabrito Estonado.
Das origens deste delicioso prato ouvem-se muitas histórias que, através de relatos e experiências, vão sendo passadas de geração em geração e que pode conferir aqui.
Esta é uma forma tradicional e muito original de assar o cabrito, típica de Oleiros (região Centro do nosso país), que hoje já poucos fazem (em casa) ou sabem fazer, mas que tem direito a um festival gastronómico.
Este cabrito tem a particularidade de não ser esfolado, mas sim estonado. Ou seja, após ter sido abatido, é escaldado em água a ferver e depois retiram-se-lhe os pêlos, deixando a pele totalmente limpa e lisa. Diz-se estonado porque se lhe extrai o que está à tona, à superfície.
Mantendo a pele, que fica estaladiça, o cabrito não perde gordura, ganhando a sua carne em suculência e sabor.
Ingredientes:
um cabrito (até um mês e meio),
banha q.b.
colorau q.b.
dentes de alho q.b.
pimenta preta q.b.
presunto q.b.
sal q.b.
vinho branco q.b.
Preparação: O cabrito deve ter até mês e meio. Morto o cabrito estona-se, isto é: mete-se o cabrito pouco a pouco em água a ferver e tira-se-lhe o pelo à medida que vai sendo escaldado. Tem de se ter cuidado para não se rasgar a pele. Depois de estar estonado, retiram-se as tripas e as vísceras ao cabrito. Lava-se muito bem lavado, ficando a escorrer de um dia para o outro.
No outro dia barra-se o cabrito com pasta feita com o alho, pimenta, sal e vinho branco. Migam-se os miúdos do cabrito, junta-se o presunto também bem migado, a salsa e o louro. Estes bocadinhos fazem um recheio ao qual se junta a um pouco da pasta que o barrou e mete-se na barriga do cabrito, sendo a abertura cozida com agulha e linha. Fica, asim, três ou quatro horas. Barra-se o cabrito com a banha e coloca-se nos paus de loureiro que estão na assadeira de barro a fazer de grade. De vez em quando rega-se com vinho, e quando estiver tostado de um lado, vira-se para assar do outro.
Acompanha com batatas assadas no forno, esparregado de nabiças um arroz de cabidela dos miúdos do cabrito e rodelas de laranja.
Já agora... passe também os olhos por este vídeo. :)