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quarta-feira, março 02, 2016

O Estado da Palestina

O Estado da Palestina é um estado soberano localizado no médio oriente e que é reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Em 1974, a cúpula da Liga Árabe designou a OLP como o "único representante legítimo do povo palestiniano" e reafirmou "o seu direito de estabelecer um Estado independente com urgência".
Ainda em 1974, a OLP foi reconhecida como competente em todas as questões sobre a questão da Palestina pela Assembleia Geral da ONU, que lhe concedeu o estatuto de observador, como uma "entidade não-estatal" dentro da organização.
A independência da Palestina foi declarada em 15 de novembro de 1988 pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e pelo seu governo no exílio em Argel (Argélia).
Depois da declaração de independência de 1988, a Assembléia Geral das Nações Unidas "reconheceu", oficialmente,  a proclamação e decidiu usar a designação "Palestina", em vez de "Organização para a Libertação da Palestina". Apesar desta decisão, a OLP não participa da ONU na qualidade de governo da Palestina.
A OLP reivindica a soberania sobre os territórios palestinianos e designa Jerusalém como a sua capital. No entanto, a maioria das áreas reivindicadas pelos palestinianos estão ocupadas por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967. É a Autoridade Nacional Palestiniana que realiza a administração sócio-política em áreas limitadas dos territórios desde 1993, enquanto o Hamas controla as outras regiões. Em 2012, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma Resolução 67/19, que atualiza o estatuto da Palestina que passou de uma "entidade observadora" para um "Estado observador não-membro" dentro do sistema das Nações Unidas, o que foi descrito como o reconhecimento de facto da soberania da OLP sobre os territórios palestinos.
Ainda em 2012, a ONU declarou que "a designação de "Estado da Palestina" passaria a ser utilizada pelo secretariado em todos os documentos oficiais das Nações Unidas".
Em 27 de setembro de 2013, 134 (69,4%) dos 193 países-membros das Nações Unidas reconheceram a existência do Estado da Palestina. Muitos dos países que não reconheceram o Estado palestiniano, no entanto, reconhecem a OLP como "representante do povo palestino".

sábado, março 13, 2010

Conflitos

O fim da Guerra Fria gerou muitas expectativas sobre o início de uma nova era de ordem e estabilidade nos assuntos mundiais. Todavia, tem-se caracterizado por instabilidade e violência, especialmente no mundo em desenvolvimento.
O fim da Guerra Fria conduziu, assim à (re)emergência de conflitos regionais. Podemos, então, na actualidade, identificar várias categorias de conflitos: conflitos étnicos (Ruanda e Somália); guerras nacionalistas (tchétchenos, tâmiles, bósnios, israelitas e palestinianos, etc); os conflitos associados ao narcotráfico (Colômbia) ou outros tráficos ilícitos (prostituição, mão-de-obra, órgãos humanos, armamento nuclear e convencional); as guerras revolucionárias (dos índios Chiapas no México) e ainda as tensões devidas a movimentos sociais (como o dos "Sem Terra" no Brasil). Para além destes conflitos ainda existem as guerras da religião (fundamentalismos) e as guerras da água.
A partir de hoje vamos ver algumas apresentações, sobre alguns destes conflitos, elaboradas pelos alunos de Geografia do 12º ano.
O ponto de partida é um dos mais complexos: o conflito Israelo-palestiniano.
Aqui fica o ponto de vista destes alunos. Não perca.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Caderno Afegão

Alexandra Lucas Coelho, é uma das jornalistas mais consagradas da sua geração, sobretudo na área da grande reportagem e da cultura com dois livros editados. Um sobre o conflito palestiniano, Oriente Próximo (2007) e outro Caderno Afegão (2009), onde regista as suas notas sobre o Afeganistão.


Alexandra Lucas Coelho nasceu em Dezembro de 1967.
Fez o secundário na Escola Eça de Queirós, onde a conheci como aluna. Estudou teatro no I.F.I.C.T. e licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou dez anos na rádio, continuando ainda hoje a colaborar com a RDP. É jornalista no jornal Público desde 1998. A partir de 2001 viajou várias vezes pelo Médio Oriente/Ásia Central e esteve seis meses em Jerusalém como correspondente. Foram-lhe atribuídos prémios de reportagem do Clube Português de Imprensa, Casa da Imprensa e o Grande Prémio Gazeta 2005. (Fonte: htm//www.relogiodagua.pt/a>)
Muito do que sabemos sobre os cenários de guerra deve-se aos jornalistas que, escrevendo ou captando imagens, arriscam a vida para testemunharem aquilo que o resto do mundo prefere ignorar.
Não deixe de ouvir, agora, as suas opiniões através de uma entrevista que deu à Antena 1.