Vittorio Monti (1868 - 1922) foi um compositor, maestro e violinista italiano. o seu trabalho mais conhecido é o "Csárdás" baseadas nas danças húngaras homónimas. Monti foi também o criador do método para bandolim Petite Méthode pour Mandoline.
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segunda-feira, outubro 29, 2018
Czardas
Aprecie, em baixo, as famosas Czardas de Monti, tocadas com Violino e Piano.
Vittorio Monti (1868 - 1922) foi um compositor, maestro e violinista italiano. o seu trabalho mais conhecido é o "Csárdás" baseadas nas danças húngaras homónimas. Monti foi também o criador do método para bandolim Petite Méthode pour Mandoline.
Vittorio Monti (1868 - 1922) foi um compositor, maestro e violinista italiano. o seu trabalho mais conhecido é o "Csárdás" baseadas nas danças húngaras homónimas. Monti foi também o criador do método para bandolim Petite Méthode pour Mandoline.
quinta-feira, abril 19, 2018
Sabe o que é o Teremin ?
Sabe o que é o Teremin ?
O teremim é um dos primeiros instrumentos musicais completamente eletrónicos, controlado sem qualquer contacto físico pelo músico.
O instrumento é controlado através de duas antenas de metal, que percebem a posição das mãos do músico e controlam osciladores de frequência com uma das mãos, e com a outra a amplitude (volume), de forma que não seja preciso tocar no instrumento. Os sinais elétricos do teremim são, depois, amplificados e enviados para um altifalante. Este instrumento foi inventado pelo russo Lev Sergueïevitch Termen, conhecido por Leon Theremin, em 1919.
O Teremin foi utilizado na interpretação da música do filme "Era uma vez no Oeste", música de autoria de Ennio Morricone.
Proponho-lhe que assista, em baixo, à violinista e cantora húngara, Katica Illényi, interpretando a música Once Upon a Time in the West utilizando, para isso, o Teremin.
O teremim é um dos primeiros instrumentos musicais completamente eletrónicos, controlado sem qualquer contacto físico pelo músico.
O instrumento é controlado através de duas antenas de metal, que percebem a posição das mãos do músico e controlam osciladores de frequência com uma das mãos, e com a outra a amplitude (volume), de forma que não seja preciso tocar no instrumento. Os sinais elétricos do teremim são, depois, amplificados e enviados para um altifalante. Este instrumento foi inventado pelo russo Lev Sergueïevitch Termen, conhecido por Leon Theremin, em 1919.
O Teremin foi utilizado na interpretação da música do filme "Era uma vez no Oeste", música de autoria de Ennio Morricone.
Proponho-lhe que assista, em baixo, à violinista e cantora húngara, Katica Illényi, interpretando a música Once Upon a Time in the West utilizando, para isso, o Teremin.
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terça-feira, agosto 29, 2017
Os Painéis Solares
A ideia de converter a energia da luz do Sol em energia elétrica surgiu entre a parceria da física Dra. Maria Telkes e da arquiteta Eleanor Raymond.
Elas construíram a primeira casa totalmente aquecida por energia solar em 1947.
sábado, março 05, 2016
Música Cigana
Oiça música cigana na voz da húngara Margit Bango.
Margit nasceu numa família de músicos. Em 1967, com 17 anos de idade, apareceu na Rádio Húngara num concurso de talentos.
Casou jovem, da relação com o seu primeiro marido nasceu uma filha, Marika. Do primeiro marido herdou também o nome artístico Bango.
Desde os anos 90 tem conquistado vários prémios e honrarias devido ao seu enorme sucesso, sobretudo quando canta com a Orquestra Cigana de Budapeste.
Margit nasceu numa família de músicos. Em 1967, com 17 anos de idade, apareceu na Rádio Húngara num concurso de talentos.
Casou jovem, da relação com o seu primeiro marido nasceu uma filha, Marika. Do primeiro marido herdou também o nome artístico Bango.
Desde os anos 90 tem conquistado vários prémios e honrarias devido ao seu enorme sucesso, sobretudo quando canta com a Orquestra Cigana de Budapeste.
sexta-feira, junho 12, 2015
O Furinho da BIC
As canetas BIC são um sucesso. Todos os dias, milhares delas são vendidas em todo o mundo.A motivação para criar uma caneta esferográfica veio de László Bíró, um jornalista húngaro que estava cansado de encher canetas no tinteiro e ter de esperar que a tinta secasse após a escrita.
Em parceria com o irmão György, que era químico, inventaram, então, uma versão comercialmente viável desta caneta.
Em 1938, os irmãos Bíró patentearam o design de uma caneta que trazia uma pequena bolinha na ponta, que rolava e libertava a tinta de um cartucho.
Já agora, sabe para que serve aquele furinho existente na lateral da caneta BIC? Sabe qual é o segredo daquele furinho?
Em 1950, o fabricante de canetas francês Marcel Bich lançou a sua primeira versão sob a licença dos irmãos Bíró. Como precisava de dar um nome ao seu produto, o empresário adoptou o próprio sobrenome com uma pequena diferença e, criou a “BIC Cristal”. Além disso, ele resolveu mais algumas falhas que o design ainda apresentava e deu início à produção em massa destas esferográficas, a baixo custo.Foi nesse momento também que surgiu o furinho enigmático que fica na lateral de todas as BIC. Por mais inútil que pareça esse furo, ele serve para igualar a pressão atmosférica dentro e fora da caneta. Sem ele, não seria possível usar o objeto dentro de um avião ou no topo de um prédio bem alto, por exemplo. A diferença de pressão faria com que a caneta rebentasse.
Mas as BIC ainda têm mais um furinho enigmático. A partir de 1991, estas canetas ganharam uma outra abertura na tampa. O objetivo deste furo não é melhorar o funcionamento do objeto, e sim, aumentar a segurança dos seus utilizadores. As tampas têm um furo na ponta devido a uma medida de segurança internacional, que pretende diminuir o risco de que crianças (e os adultos que costumam mastigar canetas BIC também!) se sufoquem com a peça, já que o furo permite a passagem de ar caso a tampa seja engolida. E esta hem?
segunda-feira, junho 08, 2015
Ainda as fronteiras
- Áustria, Hungria e Eslováquia – Uma curiosa mesa de piquenique marca o local onde as fronteiras dos três países se encontram.

2 - Brasil e Bolívia – A fronteira definida por um rio mostra a diferença de desflorestação na floresta tropical, muito mais intensa no Brasil (a verde claro) do que na Bolívia (a verde escuro).
3- Holanda e Bélgica - A fronteira da cidade de Baarle (dividida entre a Holanda e a Bélgica é considerada a fronteira mais confusa do mundo.Toda a cidade está rodeada pela Holanda, mas, existem cerca de "26 pedaços de cidade" que pertencem ou a um ou a outro país. Por isso, existem marcações de fronteira, como a da foto, em todos os lugares, para esclarecer as coisas.

4- Espanha e Marrocos – Aqui existem cercas para impedir a imigração ilegal para a Espanha, que marcam a fronteira entre Ceuta e Melilha, duas cidades espanholas totalmente cercadas por Marrocos.
E agora veja o vídeo abaixo, que mostra a curiosa/confusa fronteira existente na cidade de Baarle.
Baarle é uma pequena localidade, com cerca de 9200 habitantes que está dividida em duas comunidades pertencentes a dois países diferentes. Baarle Hertog (Belga, com 2600 habitantes) e Baarle Nassau (holandesa, com 6600 habitantes).
Esta situação remonta ao fim do século XII, devido à disputa entre o Conde de Breda e o Duque de Brabant, que transformou Baarle num puzzle que permanece até aos dias de hoje.
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terça-feira, maio 26, 2015
Outras Fronteiras Curiosas
Neste local a fronteira entre a Polónia e a Ucrânia é absolutamente original.
Nesta parte, a fronteira entre os dois países é decorada todos os anos para um festival de arte local.

Ao lado veja fronteira entre a Argentina e o Chile.
Esta estátua de Jesus Cristo localizada no alto dos Andes, define a divisão entre as duas nações sul-americanas.

Agora, mais uma tríplice fronteira, entre a Áustria, a Hungria e a Eslováquia.
Aqui, uma curiosa mesa de piquenique marca o local onde as fronteiras dos três países se encontram.

Ainda a fronteira entre a Coréia do Norte e a Coréia do Sul.

Por último mais uma tríplice fronteira, agora entre a Bélgica, os Países Baixos (Holanda) e a Alemanha.
Nesta parte, a fronteira entre os dois países é decorada todos os anos para um festival de arte local.

Ao lado veja fronteira entre a Argentina e o Chile.
Esta estátua de Jesus Cristo localizada no alto dos Andes, define a divisão entre as duas nações sul-americanas.

Agora, mais uma tríplice fronteira, entre a Áustria, a Hungria e a Eslováquia.
Aqui, uma curiosa mesa de piquenique marca o local onde as fronteiras dos três países se encontram.

Ainda a fronteira entre a Coréia do Norte e a Coréia do Sul.

Por último mais uma tríplice fronteira, agora entre a Bélgica, os Países Baixos (Holanda) e a Alemanha.
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segunda-feira, julho 16, 2012
Budapeste
Budapeste é a capital e a maior cidade da Hungria, e a sexta maior da União Europeia. Localiza-se nas margens do rio Danúbio e possui cerca de 1 712 710 habitantes (2009) e 3 271 110 na região metropolitana ou Grande Budapeste. Budapeste foi fundada em 1873 com a fusão das cidades de Buda, na margem direita do Danúbio e Peste, na margem esquerda.
Budapeste é, também, o terceiro romance de Chico Buarque (lançado em 2003) e um filme luso-húngaro-brasileiro (de 2009) realizado por Walter Carvalho. O roteiro, baseado no livro homónimo de Chico Buarque, é de Rita Buzzar.
Em Budapeste o narrador José Costa é um ghost-writer, pessoa especialista em escrever cartas, artigos, discursos ou livros para terceiros, sob a condição de permanecer anónimo. Costa escreve os textos na Cunha & Costa Agência Cultural, firma em que é sócio com o seu amigo de faculdade Álvaro Cunha, este especializado em promover o trabalho de José Costa.
No regresso de um congresso de autores anónimos, Costa é obrigado a fazer uma escala imprevista na cidade título do romance, o que desencadeia uma série de acontecimentos que constituem o centro do enredo: casado com a apresentadora de telejornais Vanda, Costa conhece Kriska na Hungria, que o apelida de Zsoze Kósta e com quem aprende húngaro - segundo o narrador, "a única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita". Entre as diversas idas e vindas entre Budapeste e o Rio de Janeiro, o enredo alterna entre o seu feitiço pela língua húngara e o seu fascínio em ver os seus textos publicados por outros, bem como o seu envolvimento amoroso com Vanda e Kriska.
Budapeste é, também, o terceiro romance de Chico Buarque (lançado em 2003) e um filme luso-húngaro-brasileiro (de 2009) realizado por Walter Carvalho. O roteiro, baseado no livro homónimo de Chico Buarque, é de Rita Buzzar.
Em Budapeste o narrador José Costa é um ghost-writer, pessoa especialista em escrever cartas, artigos, discursos ou livros para terceiros, sob a condição de permanecer anónimo. Costa escreve os textos na Cunha & Costa Agência Cultural, firma em que é sócio com o seu amigo de faculdade Álvaro Cunha, este especializado em promover o trabalho de José Costa.
No regresso de um congresso de autores anónimos, Costa é obrigado a fazer uma escala imprevista na cidade título do romance, o que desencadeia uma série de acontecimentos que constituem o centro do enredo: casado com a apresentadora de telejornais Vanda, Costa conhece Kriska na Hungria, que o apelida de Zsoze Kósta e com quem aprende húngaro - segundo o narrador, "a única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita". Entre as diversas idas e vindas entre Budapeste e o Rio de Janeiro, o enredo alterna entre o seu feitiço pela língua húngara e o seu fascínio em ver os seus textos publicados por outros, bem como o seu envolvimento amoroso com Vanda e Kriska.
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sábado, fevereiro 25, 2012
As velas ardem até ao fim
"As velas ardem até ao fim", é um romance do autor húngaro Sándor Márai, que foi originalmente publicado em 1942. Trata-se de uma das obras-primas da literatura húngara do século XX.A acção do romance inicia-se com o reencontro de dois amigos de juventude, que se haviam afastado quarenta e um anos antes em circunstâncias trágicas. A cena desenrola-se numa só noite, num velho castelo localizado no sopé dos montes Cárpatos que pertence a Henrik, antigo general do Império Austro-Húngaro, que recebe o seu antigo companheiro de armas, Konrad. A secreta relação amorosa que Krisztina, mulher de Henrik, manteve com o sensível Konrad termina quando este subitamente abandona Viena e ela se suicida. Henrik descobre, com surpresa, a dupla traição de que fora vítima e daí em diante a sua vida perde a razão de ser e torna-se um deserto existencial.
Não perca, pois, a oportunidade de ler este livro extraordinário: "As velas ardem até ao fim".
quinta-feira, dezembro 30, 2010
Zoom
Zoom é um livro (1995) de Istvan Banyai, que foi considerado um dos melhores livros do ano destinado a crianças. O autor utiliza aqui a técnica do zoom e com ela, mostra-nos como somos pequenos face ao universo.Istvan Banyai é um húngaro de Budapeste (1949), que se tornou conhecido como ilustrador e animador, a partir de meados dos anos 80, quando emigrou para os E.U.A.
Zoom é um livro provocante, sem palavras, que pode ser 'lido' tanto de frente para trás como de trás para frente. As ilustrações do mesmo são inovadoras e podem mudar as idéias sobre tudo o que é visto. Nesta aventura surpreendente, até filosófica, nada é o que parece ser.
Espero que goste. Não perca!
quarta-feira, abril 21, 2010
Assobiar com Arte!
NÃO DEIXE DE O VER E OUVIR! É ESPANTOSO!!!Geert Chatrou, assobiando as Czardas, de Vittorio Monti, com a Orquestra Sinfónica de Kiel.
Geert Chatrou é campeão mundial e faz do assobio uma arte e uma profissão. Graças ao assobio editou dois discos: Chatroubadour (2005) e Ornithology (2008).
A Czarda é um dança tradicional húngara, viva e alegre, normalmente acompanhada por um conjunto de violinos. Também se pode designar por czarda apenas a músic
a. São famosas as Czardas de Monti.Vittorio Monti (1868 – 1922) foi um compositor, violinista e chefe de orquestra italiano. Nasceu em Nápoles e aí estudou composição e violino. Por volta de 1900 tornou-se o chefe da orquestra Lamoureux de Paris. Foi aí que escreveu as partituras de vários bailados e de algumas operetas, como por exemplo o Natal de Pierrot. No entanto, a sua única obra famosa, foram as Czardas escritas em 1904, e, tocadas por quase todas as orquestras ciganas.
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