"Caça às Bruxas" é o mais recente livro do escritor angolano Albino Carlos.
Jornalista há 34 anos, Albino Carlos recebeu em 2014 o Prémio Nacional de Cultura e Artes na categoria de Literatura, com o livro de contos "Issunje". O escritor publicou o romance "Olhar de Lua Cheia", que recebeu o Prémio de Literatura António Jacinto em 2006.
O livro é considerado pela crítica como "um dos mais intrigantes romances da literatura angolana".
Sinopse.
Este é "seguramente um dos romances mais brutais e intrigantes da literatura angolana, baseado num caso real". O livro narra o fuzilamento sumário de sete feiticeiros no Cuito Cuanavale, no célebre caso "kamutukulenu".
Caça às Bruxas traça, umas vezes com olhar melancólico e conformado, outras vezes amargo e revoltado, uma fascinante e inquietante fabulação da natureza do sistema de crenças e costumes que ensombram o destino do angolano.
Revestido de humor, o livro é uma narrativa de intensidade incomum que faz, com realismo e magia, o cruzamento de elementos da mitologia tradicional com a própria história, numa insólita paródia das "makas" e das quezílias políticas.
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quarta-feira, outubro 31, 2018
quarta-feira, outubro 24, 2018
O Ano da Morte de Ricardo Reis
O Ano da Morte de Ricardo Reis, é um livro do Prémio Nobel de Literatura de 1998, José Saramago, que é uma obra recomendada para o 12.º ano de escolaridade.
Sinopse:
Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro de 1935. Fica até setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: «Aqui onde o mar se acaba e a terra principia»; o virar ao contrário o verso de Camões: «Onde a terra acaba e o mar começa.» Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.
Sinopse:
Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro de 1935. Fica até setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: «Aqui onde o mar se acaba e a terra principia»; o virar ao contrário o verso de Camões: «Onde a terra acaba e o mar começa.» Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.
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domingo, outubro 21, 2018
A Aldeia da Mata Pequena
A Aldeia da Mata Pequena (Mafra) é um pequeno paraíso que convida ao descanso e ao contacto com a natureza e que se situa às portas de Lisboa. Uma dezena de habitações compõem este pequeno povoado rural, feito de paredes caiadas e de pavimentos em pedra.
Trata-se de um tesouro da arquitetura tradicional da região saloia, em plena Zona de Proteção Especial do Penedo do Lexim, que os trabalhos de recuperação fizeram questão em preservar.
Para quem passeia ou fica hospedado na Aldeia da Mata Pequena a sensação é a de estar num museu a céu aberto, onde o modo de vida do antigamente se mantém preservado através dos cheiros, das cores e das tradições. As casas que aqui encontra são disso o melhor exemplo, resultado de muito trabalho de pesquisa e recolha que conquista cada um dos visitantes.
Confirme o que lhe digo através do vídeo abaixo.
Ora veja!
Trata-se de um tesouro da arquitetura tradicional da região saloia, em plena Zona de Proteção Especial do Penedo do Lexim, que os trabalhos de recuperação fizeram questão em preservar.
Para quem passeia ou fica hospedado na Aldeia da Mata Pequena a sensação é a de estar num museu a céu aberto, onde o modo de vida do antigamente se mantém preservado através dos cheiros, das cores e das tradições. As casas que aqui encontra são disso o melhor exemplo, resultado de muito trabalho de pesquisa e recolha que conquista cada um dos visitantes.
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sexta-feira, outubro 19, 2018
A Carne das Mercês
Um dos pratos típicos que são parte integrante dos cardápios da Feira ou Festa das Mercês é a famosa Carne das Mercês, localidade que deu nome a um prato que é comum a toda a região saloia a ocidente de Lisboa.
A Carne das Mercês é um dos poucos "confitados" (há mais 4 ou 5 na cozinha tradicional portuguesa) da nossa cozinha popular e não tem nada a ver com as "carnes às mercês" das tabernas e cervejarias lisboetas. Essas são carnes de porco fritas e em tudo iguais, excepto na massa de pimentão, à carne de porco alentejana (sem amêijoas).
De acordo com alguns entendidos em gastronomia, nos dias de hoje, a sua confecção anda pelas ruas da amargura. Pelo que aqui lhe deixo a verdadeira receita da Carne das Mercês segundo Luís Pontes, experimente-a, para ver o que é um petisco bom demais para se perder.
Ingredientes:
1kg de rabadilha de porco
1 colher de sopa de pimentão em pó
5-6 dentes de alho
5-6 folhas de louro
Sal grosso e pimenta preta
150g de banha de porco
2,5dl de vinho branco
2 colheres de sopa de vinagre (facultativo*)
Preparação:
"Corte a carne em pedaços com a volumetria aproximada de uma noz, tempere-os, junte o vinho e o vinagre* e deixe por 24 horas (mas melhor por 48h) no frigorífico*. Ponha esta carne com a marinada numa assadeira ou frigideiras de barro, por cima coloque a banha e leve ao forno, regulado para 120ºC com calor por baixo, durante cerca de 4 horas.
Durante este tempo a carne mal fervinha e a película de banha que se forma sobre a marinada impede a sua evaporação. Isto é essencial para que a carne vá confitando lentamente, adquirindo aquela tenrura não-desfeita que só a baixa temperatura e o tempo conferem.

Depois destas horas é tempo de finalizar: é agora que a carne já confitada vai ser frita. Passe a temperatura para 250ºC ou, mais prático, passe a assadeira para o lume do fogão, forte, e deixe que a marinada se evapore por completo e a carne fique alourada e frita por fora, mexendo sempre. No final (cuidado para que os alhos não queimem) junte um golpe de vinho branco, agite para desglaçar os sucos caramelizados e evaporar o álcool e sirva acompanhado de um bom vinho e pão de Mafra".
Luís Pontes em Outras Comidas
A Carne das Mercês é um dos poucos "confitados" (há mais 4 ou 5 na cozinha tradicional portuguesa) da nossa cozinha popular e não tem nada a ver com as "carnes às mercês" das tabernas e cervejarias lisboetas. Essas são carnes de porco fritas e em tudo iguais, excepto na massa de pimentão, à carne de porco alentejana (sem amêijoas).
De acordo com alguns entendidos em gastronomia, nos dias de hoje, a sua confecção anda pelas ruas da amargura. Pelo que aqui lhe deixo a verdadeira receita da Carne das Mercês segundo Luís Pontes, experimente-a, para ver o que é um petisco bom demais para se perder.
1kg de rabadilha de porco
1 colher de sopa de pimentão em pó
5-6 dentes de alho
5-6 folhas de louro
Sal grosso e pimenta preta
150g de banha de porco
2,5dl de vinho branco
2 colheres de sopa de vinagre (facultativo*)
Preparação:
"Corte a carne em pedaços com a volumetria aproximada de uma noz, tempere-os, junte o vinho e o vinagre* e deixe por 24 horas (mas melhor por 48h) no frigorífico*. Ponha esta carne com a marinada numa assadeira ou frigideiras de barro, por cima coloque a banha e leve ao forno, regulado para 120ºC com calor por baixo, durante cerca de 4 horas.
Durante este tempo a carne mal fervinha e a película de banha que se forma sobre a marinada impede a sua evaporação. Isto é essencial para que a carne vá confitando lentamente, adquirindo aquela tenrura não-desfeita que só a baixa temperatura e o tempo conferem.
Depois destas horas é tempo de finalizar: é agora que a carne já confitada vai ser frita. Passe a temperatura para 250ºC ou, mais prático, passe a assadeira para o lume do fogão, forte, e deixe que a marinada se evapore por completo e a carne fique alourada e frita por fora, mexendo sempre. No final (cuidado para que os alhos não queimem) junte um golpe de vinho branco, agite para desglaçar os sucos caramelizados e evaporar o álcool e sirva acompanhado de um bom vinho e pão de Mafra".
Luís Pontes em Outras Comidas
quinta-feira, outubro 18, 2018
O Palacete do Visconde de Sacavém
O Palacete do Visconde de Sacavém situa-se entre grandes embaixadas na Lapa (Rua do Sacramento à Lapa).Foi construído nos finais do século XIX como residência nobre, e as suas janelas neo-manuelinas estão cobertas de azulejos e de peças de cerâmica. Meio barroca, meio Arte Nova, é uma decoração simbólica do final do período romântico.

O Palacete do Visconde de Sacavém, um exemplar do romantismo tardio, foi mandado construir pelo Visconde de Sacavém, entre 1897 e 1900, tem projecto do arquiteto H. Faria Blanc e apresenta uma decoração cerâmica naturalista e revivalista.
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sábado, outubro 13, 2018
Rua das Cruzes da Sé
Rua das Cruzes da Sé, 13-15, em Lisboa.
Esta fachada ao lado da Sé está coberta de azulejos criados em 1918. Trata-se de uma antiga fábrica que produzia balanças, e por isso os painéis são alusivos ao ofício.
Esta fachada ao lado da Sé está coberta de azulejos criados em 1918. Trata-se de uma antiga fábrica que produzia balanças, e por isso os painéis são alusivos ao ofício.
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quarta-feira, outubro 10, 2018
No Campo de Santa Clara...
No Campo de Santa Clara (124 -126) existe um prédio com aquela que é provavelmente a mais bela fachada de azulejos em Lisboa. Encontra-se perto do Panteão Nacional onde se realiza a Feira da Ladra, e data de 1860. Criada ao gosto romântico da época, de inspiração barroca, usa o azul, o amarelo e o branco para representar bustos e molduras imitando mármore.
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terça-feira, outubro 02, 2018
A Casa do Ferreira das Tabuletas
A Casa do Ferreira das Tabuletas é o edifício de azulejos mais fotografado da cidade de Lisboa, pois encontra-se mesmo no centro, no Chiado.Data de 1864 e é completamente forrado com azulejos amarelos e laranja, retratando imagens mitológicas que representam a Terra, a Água, a Ciência, a Agricultura, o Comércio e a Indústria. No topo vê-se uma estrela com o olho da Providência.
Mandada edificar nos terrenos do extinto Convento da Santíssima Trindade, por Manuel Moreira Garcia, capitalista galego de fortes convicções maçónicas, a Casa do Ferreira das Tabuletas é um edifício, de feição pombalina, com a fachada dividida em três panos e quatro registos, que apresenta um revestimento azulejar da autoria do pintor e azulejador Luís António Ferreira, mais conhecido por Ferreira das Tabuletas, daí o nome da casa.
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sábado, setembro 29, 2018
A Casa Escondida do Porto
![]() |
| Igreja das Carmelitas, Casa Escondida e a Igreja do Carmo |
O gigante painel lateral em azulejos impressiona e as fachadas barrocas também.
Mas, na verdade, estamos diante das Igrejas do Carmo e das Carmelitas pertencentes a duas ordens distintas fundadas nos séculos XVII e XVI. O que ninguém nunca reparou é que entre elas existe uma Casa Escondida...
Sim, as duas Igrejas estão separadas por uma pequena casa...É certamente a casa mais estreita do Porto e provavelmente de Portugal, concorrendo com várias casas estreitas existentes no mundo.
A Igreja das Carmelitas foi construída entre 1616 e 1628.
Em 1736, é fundada a Ordem Terceira do Carmo, que a principio tinha a sua sede no Convento dos Carmelitas Descalços, bem ali ao lado, mas em 1752 foi cedido o terreno ao lado da Igreja dos Carmelitas para a construção da Igreja do Carmo.Parece que naquela altura não era permitido pelo Vaticano a construção de duas igrejas assim, uma ao lado da outra, e foi por isso que foi construída esta pequena e estreita casa entre as duas igrejas.
A casa serviu de residência para alguns capelães e em algumas situações também abrigou artistas que faziam trabalhos na decoração da Igreja e médicos que trabalhavam no hospital da Ordem.
Nos últimos tempos viveram lá o sacristão e o zelador da Igreja.
Também foram ali realizadas reuniões secretas nos tempos das Invasões Francesas, entre 1807 e 1811, no período do Liberalismo, entre 1828 e 1834, durante o Cerco do Porto entre 1832 e 1833, depois da Proclamação da República em 1910 e também durante o período de perseguição às Ordens religiosas.
Se as paredes da Casa Escondida falassem, ouviríamos muito sobre a história da cidade do Porto.
Cidade esta que passa bem à frente da Casa Escondida , sendo que do seu interior é possível ver o edifício da Reitoria da Universidade do Porto e toda a movimentação ao redor.
Cidade esta que passa bem à frente da Casa Escondida , sendo que do seu interior é possível ver o edifício da Reitoria da Universidade do Porto e toda a movimentação ao redor.
Após 250 anos, a Casa Escondida, desconhecida também pela maioria dos locais, está agora aberta ao público para visita.
Surpreendentemente, apesar de muito estreita, esta casa de 3 pisos tem várias divisões, com um mínimo de conforto... Dispõe inclusive de uma cozinha. Tudo em óptimo estado de conservação.
Aqui está um segredo desvendado, fechado há 250 anos e que agora também pode visitar.
Aqui está um segredo desvendado, fechado há 250 anos e que agora também pode visitar.
O valor do bilhete é de 3 euros (abril/2018) e inclui a visita à Casa Escondida, à Igreja do Carmo, às Catacumbas e à Sacristia.
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quarta-feira, setembro 26, 2018
quinta-feira, setembro 20, 2018
Postais Antigos de Angola
Se gosta de passear pelo mundo, nem que seja virtualmente, não deixe de ver estes Postais Antigos de Angola (1ª parte).
Não perca esta oportunidade.
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domingo, setembro 16, 2018
O Túmulo do Rei D. Dinis
Para que fique a conhecer mais alguma coisa acerca do Túmulo do Rei D. Dinis aqui lhe deixo a crónica de Maria Máxima Vaz.
"O túmulo do Rei D. Dinis foi aberto em 1938.
O Rei D. Dinis escolheu a Igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas para sua última morada. Indicou mesmo o local – la meio, entre a capela-mor e o coro.
Para que a sua vontade fosse cumprida, fez essa declaração no seu testamento.
Assim se cumpriu.
Naquele local e naquele Igreja foi depositado o seu corpo quando o cortejo fúnebre chegou, vindo de Santarém.
Era um mausoléu majestoso. O primeiro a ter uma estátua jacente. O primeiro a ficar dentro de um lugar sagrado.
Estava cercado de grades altas de ferro terminando em escudetes nas pontas dos balaústres com as armas de Portugal, e cruzes da Ordem de Cristo. Um dossel cobria-o em toda a sua dimensão.
O sismo de 1755 precipitou sobre o túmulo do Rei D. Dinis a abóbada da igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas deixando-o gravemente arruinado.
Reconstruída a Igreja, foi o túmulo encostado à teia do corredor lateral direito e ali esteve até 1938, ano em que se fizeram novamente obras na Igreja. Em consequência dessas obras, foi necessário mudá-lo de lugar e para facilitar o trabalho transportaram primeiro a tampa, pelo que, logo que a levantaram, ficaram à vista os restos mortais do Rei.
Removida a tampa viu-se um manto de brocada vermelho a cobrir o corpo do Rei, da cabeça aos pés.
Este manto era tecido com fios de ouro.
A todo o cumprimento tinha faixas alternadas, separadas com fios dourados e onde se tinham executado bordados com os seguintes motivos: numa das faixas estavam bordadas pinhas em toda a sua extensão; na faixa seguinte bordaram açores e na última viam-se flores de Liz.
Na opinião dos que assistiram a este acontecimento, as pinhas são uma referência ao pinhal de Leiria.
Os açores, sendo o Rei um amante da caça de volataria, lembram-nos as aves de caça que muito estimava.
Conta-se que até mandou construir uma capela a São Luís em Beja, porque este santo lhe ressuscitou um falcão.
As flores de Liz são uma afirmação da sua ascendência real francesa.
Retirado o manto, ficou à vista o esqueleto do Rei, que estava completo e coberto pela pele ressequida. Tinha vestido um colete de lã branca muito macia, sobre a túnica. A cabeça repousava numa almofada e estava inclinada como quem dorme sobre o lado esquerdo, posição que o corpo acompanhava ligeiramente. O braço direito dobrado sobre o peito e o esquerdo descaído ao longo do corpo. Apenas os ossos dos pés estavam separados uns dos outros. Nos maxilares a pele estava um pouco separada e apresentava uma longa barba ruiva. Na cabeça a pele não se apresentava solta do crânio e tinha tufos de cabelos ruivos.
O Rei tinha 64 anos quando faleceu, o que para a época era uma idade avançada. Apesar da idade, conservava todos os dentes.
Perante os restos mortais do Rei, os pintores dos seus retratos não se podiam ter enganado mais.
Foi uma surpresa a verificação que era ruivo, o que se deve ao facto de ter antecedentes germânicos.
Afirma-se que soldados franceses terão tentado profanar o túmulo pensando que o Rei teria sido sepultado com esporas de ouro. De facto alguém partiu o túmulo no sítio dos pés, e terão introduzido
um objecto que puxasse as esporas. Não garanto que tivesse sido assim, mas o facto de os ossos dos pés estarem espalhados pode ter essa explicação.
Não há sinais de ter sido aberto o túmulo antes de 1938, nem notícia de ter sido aberto depois.
Posteriormente foi levado para o segundo absidíolo esquerdo, por decisão dos técnicos das obras, decisão que não foi aprovada pelo presidente do Conselho, que ordenou a sua remoção para dentro da
Igreja, por saber que essa era a vontade do Monarca. Foi então colocado onde hoje se encontra – na capela do lado do Evangelho.
Para que conste que o Rei D. Dinis está sepultado no seu túmulo, depositado na Igreja do Mosteiro Cisterciense feminino de São Dinis e São Bernardo em Odivelas, o que tenho vindo a afirmar continuadamente desde 1980.
Nota:
"Estes são conhecimentos porque uma pessoa com saber e responsável soube transmitir-nos o que viu. Era então Director do Instituto de Odivelas um grande Militar e Pedagogo, Coronel Ferreira Simas. Assistiu à abertura e ordenou a uma professora de desenho que reproduzisse os bordados do manto. Mais tarde teve conhecimento de um artigo que fazia uma descrição cheia de atropelos.
Então ele fez um relatório dos factos, com a descrição do que viu. Merece todo o crédito a sua descrição e foi aí que obtive as informações que aqui vos deixei com enorme satisfação."
Maria Máxima Vaz.
"O túmulo do Rei D. Dinis foi aberto em 1938.
O Rei D. Dinis escolheu a Igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas para sua última morada. Indicou mesmo o local – la meio, entre a capela-mor e o coro.
Para que a sua vontade fosse cumprida, fez essa declaração no seu testamento.
Assim se cumpriu.
Naquele local e naquele Igreja foi depositado o seu corpo quando o cortejo fúnebre chegou, vindo de Santarém.
Era um mausoléu majestoso. O primeiro a ter uma estátua jacente. O primeiro a ficar dentro de um lugar sagrado.
Estava cercado de grades altas de ferro terminando em escudetes nas pontas dos balaústres com as armas de Portugal, e cruzes da Ordem de Cristo. Um dossel cobria-o em toda a sua dimensão.
O sismo de 1755 precipitou sobre o túmulo do Rei D. Dinis a abóbada da igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas deixando-o gravemente arruinado.
Reconstruída a Igreja, foi o túmulo encostado à teia do corredor lateral direito e ali esteve até 1938, ano em que se fizeram novamente obras na Igreja. Em consequência dessas obras, foi necessário mudá-lo de lugar e para facilitar o trabalho transportaram primeiro a tampa, pelo que, logo que a levantaram, ficaram à vista os restos mortais do Rei.
Removida a tampa viu-se um manto de brocada vermelho a cobrir o corpo do Rei, da cabeça aos pés.
Este manto era tecido com fios de ouro.
A todo o cumprimento tinha faixas alternadas, separadas com fios dourados e onde se tinham executado bordados com os seguintes motivos: numa das faixas estavam bordadas pinhas em toda a sua extensão; na faixa seguinte bordaram açores e na última viam-se flores de Liz.
Na opinião dos que assistiram a este acontecimento, as pinhas são uma referência ao pinhal de Leiria.
Os açores, sendo o Rei um amante da caça de volataria, lembram-nos as aves de caça que muito estimava.Conta-se que até mandou construir uma capela a São Luís em Beja, porque este santo lhe ressuscitou um falcão.
As flores de Liz são uma afirmação da sua ascendência real francesa.
Retirado o manto, ficou à vista o esqueleto do Rei, que estava completo e coberto pela pele ressequida. Tinha vestido um colete de lã branca muito macia, sobre a túnica. A cabeça repousava numa almofada e estava inclinada como quem dorme sobre o lado esquerdo, posição que o corpo acompanhava ligeiramente. O braço direito dobrado sobre o peito e o esquerdo descaído ao longo do corpo. Apenas os ossos dos pés estavam separados uns dos outros. Nos maxilares a pele estava um pouco separada e apresentava uma longa barba ruiva. Na cabeça a pele não se apresentava solta do crânio e tinha tufos de cabelos ruivos.
O Rei tinha 64 anos quando faleceu, o que para a época era uma idade avançada. Apesar da idade, conservava todos os dentes.
Perante os restos mortais do Rei, os pintores dos seus retratos não se podiam ter enganado mais.
Foi uma surpresa a verificação que era ruivo, o que se deve ao facto de ter antecedentes germânicos.
Afirma-se que soldados franceses terão tentado profanar o túmulo pensando que o Rei teria sido sepultado com esporas de ouro. De facto alguém partiu o túmulo no sítio dos pés, e terão introduzido
um objecto que puxasse as esporas. Não garanto que tivesse sido assim, mas o facto de os ossos dos pés estarem espalhados pode ter essa explicação.
Não há sinais de ter sido aberto o túmulo antes de 1938, nem notícia de ter sido aberto depois.
Posteriormente foi levado para o segundo absidíolo esquerdo, por decisão dos técnicos das obras, decisão que não foi aprovada pelo presidente do Conselho, que ordenou a sua remoção para dentro da
Igreja, por saber que essa era a vontade do Monarca. Foi então colocado onde hoje se encontra – na capela do lado do Evangelho.
Para que conste que o Rei D. Dinis está sepultado no seu túmulo, depositado na Igreja do Mosteiro Cisterciense feminino de São Dinis e São Bernardo em Odivelas, o que tenho vindo a afirmar continuadamente desde 1980.
Nota:
"Estes são conhecimentos porque uma pessoa com saber e responsável soube transmitir-nos o que viu. Era então Director do Instituto de Odivelas um grande Militar e Pedagogo, Coronel Ferreira Simas. Assistiu à abertura e ordenou a uma professora de desenho que reproduzisse os bordados do manto. Mais tarde teve conhecimento de um artigo que fazia uma descrição cheia de atropelos.Então ele fez um relatório dos factos, com a descrição do que viu. Merece todo o crédito a sua descrição e foi aí que obtive as informações que aqui vos deixei com enorme satisfação."
Maria Máxima Vaz.
terça-feira, setembro 11, 2018
17 Anos Depois
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segunda-feira, setembro 10, 2018
A Desescolarização
A desescolarização ou "Unschooling", surgiu no final da década de 1960 e ganhou força em 1971, com a publicação do livro "Sociedade Sem Escolas", de Ivan Illich, com críticas às instituições escolares.
Diferente do que ocorre no ensino doméstico ou "homeschooling", as famílias que são adeptas desta modalidade de ensino, não ensinam em casa o currículo em vigor no seu país. A ideia, pelo contrário, é fugir dos objetivos e regras da vida da escola.
A desescolarização é tema do documentário "Contra a Maré" , realizado por André Castilho e André Chitas, lançado pela produtora La Casa de la Madre.
Esta curta-metragem retrata a história de Cauê "Batata", de 9 anos, que vive em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, e é educado pela sua mãe, Déborah Gérbera.
Com o colapso do modelo das instituições de ensino tradicionais, ganha força no Brasil o movimento de desescolarização, ou unschooling, em que a criança é educada fora da escola, pelos seus familiares, sem compromisso com o esquema curricular. Mas a sociedade está preparada para lidar com esta nova abordagem?
Neste documentário, vai conhecer a história de Déborah que, assim como outras 5.000 famílias brasileiras, lutam na justiça pelo direito de ensinar os filhos nos seus próprios termos.
Sobre o mesmo assunto, assista em baixo, ao documentário "Etre et Devenir" ou Ser e Tornar-se, de Clara Bellar.
Diante do crescente fenómeno das crianças educadas na França, Clara Bellar, uma atriz francesa que mora em Los Angeles, explorou a escolha autónoma de aprendizagem, em "Ser e Tornar-se".
Surpreendente, empolgante e comovente, o seu documentário oferece histórias de experiências e encontros que exploram a escolha de não ir à escola, confiar neles e deixá-los aprender livremente sobre o que eles gostam.
A jornada de descoberta da realizadora leva-nos a quatro países, Estados Unidos, Alemanha (onde é ilegal ir à escola), França e Inglaterra.
Diferente do que ocorre no ensino doméstico ou "homeschooling", as famílias que são adeptas desta modalidade de ensino, não ensinam em casa o currículo em vigor no seu país. A ideia, pelo contrário, é fugir dos objetivos e regras da vida da escola.
A desescolarização é tema do documentário "Contra a Maré" , realizado por André Castilho e André Chitas, lançado pela produtora La Casa de la Madre.
Esta curta-metragem retrata a história de Cauê "Batata", de 9 anos, que vive em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, e é educado pela sua mãe, Déborah Gérbera.
Com o colapso do modelo das instituições de ensino tradicionais, ganha força no Brasil o movimento de desescolarização, ou unschooling, em que a criança é educada fora da escola, pelos seus familiares, sem compromisso com o esquema curricular. Mas a sociedade está preparada para lidar com esta nova abordagem?
Neste documentário, vai conhecer a história de Déborah que, assim como outras 5.000 famílias brasileiras, lutam na justiça pelo direito de ensinar os filhos nos seus próprios termos.
Diante do crescente fenómeno das crianças educadas na França, Clara Bellar, uma atriz francesa que mora em Los Angeles, explorou a escolha autónoma de aprendizagem, em "Ser e Tornar-se".
Surpreendente, empolgante e comovente, o seu documentário oferece histórias de experiências e encontros que exploram a escolha de não ir à escola, confiar neles e deixá-los aprender livremente sobre o que eles gostam.
A jornada de descoberta da realizadora leva-nos a quatro países, Estados Unidos, Alemanha (onde é ilegal ir à escola), França e Inglaterra.
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sexta-feira, setembro 07, 2018
Os Provocadores de Naufrágios
Os Provocadores de Naufrágios é o segundo livro de João Nuno Azambuja (1974). João Azambuja é licenciado em História e Ciências Sociais. Participou, por sua iniciativa, em diversas explorações arqueológicas pelo país ao longo de vários anos. Militou, mais tarde, nas tropas paraquedistas como comandante de pelotão, após um breve período como professor de História. Regressado à vida civil, dedicou-se à escrita e fundou, em Braga, um bar de inspiração celta, onde se realizaram concertos memoráveis das melhores bandas ibéricas desse género musical. O seu primeiro romance, Era Uma Vez Um Homem, ganhou o Prémio Literário UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) em 2016.
Sinopse:
Baseada em factos reais, esta é a história de Klaus Kittel, um alemão portuense que combateu na Segunda Guerra Mundial. Um homem mergulhado numa época de pesadelo, de guerra, morte e ditaduras. Uma Europa destroçada, de onde surge uma história improvável, mas verdadeira, feita de viagens e fintas ao destino. Kittel foi sempre perseguido pela crueldade humana. Em criança, expulsaram-no de Portugal. Em adulto, viveu os bombardeamentos aliados e fugiu ao Exército Vermelho. Passou pela grande depressão, assistiu à ascensão de Hitler e discursou para a elite do Partido Nazi. Depois da guerra, é preso. Sobrevive aos campos de prisioneiros, onde milhares de homens encontraram a morte. Mas consegue fugir, com o que talvez seja uma misteriosa ajuda de Álvaro Cunhal. Foi escravo, soldado, marido. Um romance escrito pela pena de uma das mais promissoras vozes das Letras portuguesas, vencedora do Prémio Literário UCCLA, sobre a qual disse o poeta Fernando Pinto do Amaral ser «capaz de exprimir um intenso sentido de revolta em face do mundo contemporâneo» …
Sinopse:
Baseada em factos reais, esta é a história de Klaus Kittel, um alemão portuense que combateu na Segunda Guerra Mundial. Um homem mergulhado numa época de pesadelo, de guerra, morte e ditaduras. Uma Europa destroçada, de onde surge uma história improvável, mas verdadeira, feita de viagens e fintas ao destino. Kittel foi sempre perseguido pela crueldade humana. Em criança, expulsaram-no de Portugal. Em adulto, viveu os bombardeamentos aliados e fugiu ao Exército Vermelho. Passou pela grande depressão, assistiu à ascensão de Hitler e discursou para a elite do Partido Nazi. Depois da guerra, é preso. Sobrevive aos campos de prisioneiros, onde milhares de homens encontraram a morte. Mas consegue fugir, com o que talvez seja uma misteriosa ajuda de Álvaro Cunhal. Foi escravo, soldado, marido. Um romance escrito pela pena de uma das mais promissoras vozes das Letras portuguesas, vencedora do Prémio Literário UCCLA, sobre a qual disse o poeta Fernando Pinto do Amaral ser «capaz de exprimir um intenso sentido de revolta em face do mundo contemporâneo» …
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quarta-feira, setembro 05, 2018
Antes da Invenção de Gutenberg
Como eram pintados os manuscritos, e por que é que eles são tão valiosos? Descubra estas e outras coisas neste mini-documentário do Getty Museum legendado pela Wish!E agora descubra como eram feitas as tintas e os manuscritos no documentário do Museu dos Lóios em Santa Maria da Feira.
segunda-feira, setembro 03, 2018
Portas Pelo Mundo Fora
A palavra Porta pode ter vários significados.Quando é utilizada em informática pode significar ponto de ligação físico ou virtual usado na transmissão de dados.
Em sentido figurado pode indicar entrada, acesso, ou admissão.
Quando se utiliza para falar de algum tipo de tecnologia pode referir-se a parte de um equipamento onde se liga um cabo ou uma ficha, etc.
Há também várias expressões relacionadas com a palavra Porta. Por exemplo, bater à porta de (ou seja pedir auxílio a alguém); infelizmente, a doença bateu-lhe à porta ou seja aconteceu, surgiu; Pela Porta do Cavalo, usando de meios pouco lícitos, Fora de Portas (ou seja, fora da cidade), etc.
No entanto, o significado mais vulgar desta palavra de origem latina (substantivo feminino), é uma abertura para entrar ou sair. Proponho-lhe que assista, então, à excelente apresentação que se segue e que mostra Portas Em Várias Partes do Mundo. Todas elas de uma beleza extraordinária e que mostram a influência da cultura dos povos e da sua história na arquitectura.
Ora veja. Vale bem a pena!
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terça-feira, julho 24, 2018
A Alma e a Gente: Os Portugueses na Flandres
Aqui fica mais um episódio do programa da RTP (Canal Memória), A Alma e a Gente: Os Portugueses na Flandres, apresentado pelo Prof. José Hermano Saraiva.Por convite da colónia dos portugueses residentes na Bélgica o autor adopta como cenário as cidades de Bruxelas, de Bruges e narra as relações, que sempre houve, entre Portugal e a Flandres desde o século XII.
Dedica especial atenção à Duquesa da Borgonha e Condessa da Flandres, D. Isabel, uma portuguesa filha do Rei D. João I, que consagrou a sua vida a conservar a paz nos amplos territórios que governava. Os fascinantes cenários da capital belga, dos canais de Bruges e a evocação da presença portuguesa naquelas paragens dão ao programa um estranho encanto e justificam a sua consagração às colónias de portugueses residentes em todo o mundo.
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quarta-feira, julho 18, 2018
Portugal: O Legado Mourisco
Proponho-lhe que assista hoje ao documentário, Portugal: O Legado Mourisco.
Os Árabes/Muçulmanos entraram na Península Ibérica em 711 e, até 1249 em Portugal e 1492 em Espanha, tiveram uma influência grande em várias áreas, algumas das quais ainda hoje estão a ser estudadas. Portugal foi a parte mais ocidental do Império Muçulmano, sendo conhecida como al-Gharb al-Andalus.
Com este documentário vai perceber a influência que 500 anos de ocupação muçulmana deixaram em Portugal e na cultura portuguesa.
Os Árabes/Muçulmanos entraram na Península Ibérica em 711 e, até 1249 em Portugal e 1492 em Espanha, tiveram uma influência grande em várias áreas, algumas das quais ainda hoje estão a ser estudadas. Portugal foi a parte mais ocidental do Império Muçulmano, sendo conhecida como al-Gharb al-Andalus.
Com este documentário vai perceber a influência que 500 anos de ocupação muçulmana deixaram em Portugal e na cultura portuguesa.
sábado, julho 14, 2018
A Alma e a Gente: Os Portugueses no Oriente
Proponho-lhe que assista ao programa televisivo da RTP (Canal Memória) A Alma e a Gente: Os Portugueses no Oriente.
Este programa, apresentado pelo Prof. José Hermano Saraiva, teve por base a exposição "Os portugueses e o Oriente" que esteve patente na Biblioteca Nacional, evoca a profunda influência exercida pela presença dos portugueses, que ainda hoje se faz sentir, no Oriente. A exposição sublinha principalmente a figura e a obra do escritor Venceslau de Morais, um português que se apaixonou pelo Japão e ali passou grande parte da sua vida.
Este escritor em conjunto com Camilo Pessanha propunham que as fendas de Camões em Macau fossem consideradas um santuário da portugalidade, e o programa esclarece a verdade sobre a presença de Camões em algumas partes do Oriente.
Este programa, apresentado pelo Prof. José Hermano Saraiva, teve por base a exposição "Os portugueses e o Oriente" que esteve patente na Biblioteca Nacional, evoca a profunda influência exercida pela presença dos portugueses, que ainda hoje se faz sentir, no Oriente. A exposição sublinha principalmente a figura e a obra do escritor Venceslau de Morais, um português que se apaixonou pelo Japão e ali passou grande parte da sua vida.
Este escritor em conjunto com Camilo Pessanha propunham que as fendas de Camões em Macau fossem consideradas um santuário da portugalidade, e o programa esclarece a verdade sobre a presença de Camões em algumas partes do Oriente.
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